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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Coleção Berardo (CCB)


A Coleção Berardo que integra o centro Cultural de Belém também é franqueada ao público. Ao passar pela portaria a funcionária me olhou mas não disse nada. Ao começar a subir a escada para o piso superior uma outra funcionária me disse: "English?", "Brasileiros", "É preciso que se deixe a mochila na recepção" (tudo isso com simpatia e educação). Os portugueses são muito educados e sabem se colocar no lugar dos turistas, mas os procedimentos variam muito de museu para museu e nem sempre há avisos. De qualquer maneira, isto me faz lembrar do funcionário mal-educado da National Gallery, em Londres, que me avisou que eu não poderia tirar fotos com um ar de que estava cansado de me avisá-lo. Insolente, rs...

















Esta coleção é uma interessante aula sobre história da arte contemporânea. Os textos explicativos são de alto nível, mas acessíveis ao público não-especializado. Foi o primeiro museu português a partir do que passei a  reparar nos funcionários que ficam horas em pé a vigiar as salas (os visitantes, na verdade). Deve ser uma profissão ingrata e eles devem torcer para que alguém transgrida a norma para que possam pelo menos quebrar o silêncio (de si próprios).


Centro Cultural de Belém



O Centro Cultural de Belém é um dos poucos museus gratuitos de Lisboa. Muito interessante é Coleção Berardo, com grandes expoentes da arte contemporânea, conforme poderá ver aqui nos próximos posts.



Estes jatos d'água saindo do subsolo são um prazer a mais, a sensação é muito gostosa, ainda mais com o calor que fazia.




























segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Padrão dos Descobrimentos.


O Padrão dos Descobrimentos é bonito, mas não vale pagar pela subida (3€) se você já foi à Torre de Belém, é quase o mesmo panorama.





Eu queria tirar uma foto do Brasil mas sempre havia pessoas pisando nele. Aproveitei este momento em que pisavam apenas na Venezuela.









 Centro Cultural Berardo (acima) e Mosteiro dos Jerónimos (abaixo)



















domingo, 18 de agosto de 2013

Belém (3)



 Ponte 25 de abril (em homenagem à Revolução dos Cravos, de 1974) ex-Ponte Salazar.










Da Torre de Belém até o Padrão dos Descobrimentos dá para ir a pé (1 km, em torno de quinze minutos)





Belém (2)


Para subir os andares da Torre de Belém (uma fortificação do século XVI) é necessário fazer fila única. Por isto há sinalização e as pessoas têm que subir andar por andar, retornar à fila e aguardar nova sinalização visual e sonora. Só sei que o povo faz uma confusão medonha, não observa e/ou respeita o procedimento e depois fica engarrafado nos degraus da escadaria. 







 Este é o Padrão dos Descobrimentos. Mais tarde o visitamos.































Belém


Belém é uma freguesia de Lisboa, um bairro afastado. O caminho mais usual para lá é por meio do eléctrico 15 (linha Praça da Figueira/Algés), a partir da estação de Cais do Sodré, no nosso caso. O valor da passagem é o mesmo de toda Lisboa (1,30€)



São umas quinze paragens até lá, uns vinte minutos de trajeto, para descer ao final de Belém e vir depois retornando em direção ao centro de Lisboa, embora a maioria dos passageiros prefira descer logo na primeira paragem,em frente ao Pastéis de Belém.

 As portas não abrem automaticamente nas paragens.








A Torre de Belém foi o nosso primeiro destino. Compramos o bilhete combinado com o Mosteiro dos Jerónimos por 10€. Na chegada há muitos vendedores ambulantes de óculos escuros.