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quarta-feira, 13 de junho de 2018

Passeando à noite (Montmartre e Pigalle)


 Sacre Coeur














O café da Amélie Poulain.





Mesmo com frio de cinco ou seis graus e chuvinha, não dá para ficar em casa em uma cidade como Paris. Peguei o metrô e resolvi retornar à Montmartre, talvez o bairro mais interessante da capital francesa. Subindo em direção à Sacre Couer duas jovens russas com ar sedutor me fizeram umas perguntas estranhas sobre localização de ruas que elas poderiam muito bem resolver consultando o Google Maps. Não dei atenção e já tinha lido sobre golpe com garotas de programas do leste europeu atuando nesta região boêmia. Na praça diante do Moulin Rouge, em  Pigalle, havia jovens oferecendo haxixe abertamente. Mas não me senti ameaçado em nenhum momento.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Sacre-Coeur




















Gostei muito de novamente subir os mais de trezentos degraus da igreja de Sacre-Coeur,em Montmartre. O ticket manteve-se em seis euros nestes anos todos. É uma subida que exige algum condicionamento, não recomendo para todos.

domingo, 15 de abril de 2018

Pret-a-manger de Montmartre.








Pret-a-manger é uma boa opção para um lanche ou mesmo para um almoço à moda europeia. Preços um pouco acima da média, mas há qualidade em tudo. Sem falar no wifi e no descanso para o frio e a chuva, pois lá fora fazia quatro graus.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Fotos de Amanda Dias (2)


Montmartre.








Beaubourg.




Ponte Alexandre III.




Obelisco.




Fonte dos Mares.


quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Passeando em Montmartre (18ème)


Em Montmartre nós tivemos oportunidade de testar duas coisas muito faladas pelos turistas e blogs. O perigo de se andar em Montmartre e mal atendimento dos garçons, fenômeno que já rendeu uma matéria recente no Le Figaro.


Subindo a escadaria de Montmartre um simpático paulista residente no Rio nos alertou que todos os garçons parisienses atendem mal e que por isto jamais lhes dava gorjetas. Eu lhe disse: mesmo porque a gorjeta de 15% já está incluída na conta.


Embora um tanto abarrotado, passear em Montmartre foi muito prazeiroso, o bairro é bem legal, me deu vontade de hospedar lá da próxima vez. Não achei o ambiente mais perigoso do que a Torre Eiffel ou a Notre Dame. Bebidas nas lanchonetes em torno de dois euros, mais barato do que nos arrds. centrais.


Logo que a rua começa surgem os desenhistas oferecendo os portraits. Vi um senhor oferecer um retrato a um casal português inicialmente por cinquenta euros, ele foi reduzindo a cada cinco euros, escrevendo no cantinho inferior da folha, e o negócio foi fechado a 35e=R$85. Na pracinha mais à frente onde a maioria deles estavam situados o preço mais comum era de 25e (20e para estudantes). Minha filha me falou que estudantes de Artes e Design das universidades o fazem por muito menos se alguém assim o quiser.











Os restaurantes, lanchonetes e creperies estavam lotados de pessoas e os lugares nas calçadas eram bem disputados. Resolvemos sentar em uma mesa na calçada de uma pizzaria que acabara de liberar e um garçom já chegou meio irritado dizendo que só poderíamos sentar se fôssemos apenas beber. Pedi, então, uma mesa no interior do restaurante, e enquanto aguardava a providência do funcionário, um garçom jovem carregando uma bandeja com uns oito pratos falou em voz alta: "chaux, chaux, chaux, chaux...". Eu nunca vi tamanha grosseria ser praticada por um garçom brasileiro, nem comigo e nem com ninguém. Eu deveria ter saído e procurado outro restaurante, mas é impressionante como ficamos sem ação diante do inesperado. Lá foi a única vez que almoçamos em restaurante propriamente dito: três pizzas e três refrigerantes, mais quinze por cento de gorjeta perfizeram o total aproximado de 55e=R$130. Eu penso que pagar caro em restaurantes não é indício de sucesso profissional, está mais próximo de um gasto desnecessário. O tratamento nas lanchonetes é muito mais educado do que nos restaurantes parisienses.










Quando estávamos aqui aguardando o Montmartrebus comentei que achava esta rua semelhante à Petrópolis. Minha namorada e minha filha riram de mim, rs...

Sacre Coeur e a vista de Paris


É proibido flashes no interior da Igreja e há fiscalização, não muito eficaz.



Foto: Amanda Dias
Maquininhas de venda de medalhas no interior da igreja.




Para ir à cúpula (dôme) você sobe uma série de escadas em caracol perfazendo trezentos degraus. Não é tão cansativo assim e a vista compensa largamente o esforço físico.














Vista de La Defense, centro financeiro fora dos limites de Paris.