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domingo, 18 de março de 2018

Voo Roma-Paris (Alitalia)







Que folga.




 Tudo muito tranquilo e prático no Charles de Gaulle.


Táxi tabelado do CDG para Paris: 50€ para rive droîte (margem norte do Sena) e 55€ para rive gauche (margem sul do Sena).





Estas fotos são do voo Rio-Roma. Espaço para as pernas, travesseiro e cobertor aconchegante.




Perfumes em promoção somente os italianos.


Voo com menos de dez por cento de passageiros entre Roma e Paris.



Os Alpes.


O voo de Roma a Paris estava bem vazio (10h e 20 min), os passageiros foram distribuídos ao longo da aeronave,não havia nem dez por cento de sua capacidade. Isto me permitiu escolher uma janela adequada para filmar o percurso (veja no meu canal no YouTube: enaldops). Foi servido um lanche no meio da viagem. Gostei demais quando atravessamos os Alpes. Quase duas horas depois chegamos no De Gaulle. Achei que o aeroporto melhorou muito desde 2011, tudo muito fácil de localizar. As malas chegaram rapidamente e pegar táxi foi moleza. Antes disto eu passei um perrengue com chip de celular, conto no próximo post.

sábado, 17 de março de 2018

Viajando pela primeira vez durante o inverno europeu (Paris)


Rever Paris, que felicidade. 


Monitor de braço para passageiros da primeira fila horizontal




Meu velho querido suco de tomate, adoro.


Refeição vegetariana saindo do Brasil é a mesma em todas as companhias: pouco paladar e incompreensão do que vem a ser vegetarianismo.


 Sobrevoando a Argélia.


Recarregador em Fiumicino (wifi razoável) 


O belo voo Rio-Roma: próximo post.


Fotografei muito pouco durante esta viagem, mas em compensação fiz centenas de vídeos que estão publicados no meu canal no YouTube: enaldops


Voltei da África do Sul satisfeito com a viagem, mas infeliz por não ter ido à Europa, e comecei a acalentar o sonho de viajar em janeiro para lá. Sempre tive receio de viajar no inverno pelos dias curtos e frio intenso para nós, de clima tropical. Ouvi relatos de colegas que estiveram na Europa nesta época e disseram não ter sofrido com as baixas temperaturas, ou terem deixado de usufruir em função do clima. Na minha mente uma situação seria viajar ao sul da Europa, outra bem diferente em localidades com temperaturas médias pouco acima de zero graus. Por outro lado,sempre fiquei muito frustrado em passar os tórridos verões aqui em Juiz de Fora, sem nada para fazer. Já passei dos cinquenta,como se diz sempre, não vou ficar mais jovem, o tempo se desperdiça um custo altíssimo.

Sempre conferi os valores das passagens para janeiro, quase tão caros quanto julho,mas deparei com duas promoções da Alitalia para Paris e Amsterdam por volta de dois mil e seiscentos reais. Escolhi Paris por ser menos frio, mais em conta, eu me viro em francês razoavelmente bem, há mais o que fazer lá do que na capital holandesa (uma ótima opção, de qualquer forma).

Desta vez a Alitalia conseguiu resolver dois problemas: a inscrição no Millemiglia e o problema das refeições especiais, não tive sucesso no voo para Berlim, em 2016, conforme já relatei em post específico. Mas ainda há falhas: no dia do check in recebi via email um documento desnecessário e ao chegarmos no guichê da empresa no Galeão, eu bem preocupado, a funcionária me disse que somente necessitaria do passaporte.

Ofereceram-me trocar meu voo com conexão em Roma, por um direto da Air France, sem custo adicional. Concordei, me fizeram aguardar mais de hora, com idas e vindas e depois lamentaram, mas a Air France não providenciou os boarding cards. Coisas do Brasil.

Cheguei às sete da manhã em Fiumicino (Roma) com desembarque na pista, frio de seis graus e eu sem roupa adequada para o inverno europeu.

quarta-feira, 14 de março de 2018

Adeus, Cidade do Cabo

 A Table Mountain vista do apartamento.

 O ótimo aeroporto da Cidade do Cabo.



























Sobre a volta, últimas dicas que podem ser úteis: do centro ao aeroporto leva uma meia-hora de Uber e sai por menos de 200zar; vi quatro guichês de Tax Refund e não havia qualquer fila, a devolução é por meio de um cartão de crédito fornecido na hora; há poucas opções de alimentação e são mais caros do que na cidade; havia uma fila razoável para o controle de fronteiras e segurança, mas fluía normalmente. Em Luanda é a mesma história da ida, veja post específico.

Sobre a Cidade do Cabo, minhas últimas conclusões: vale muito a pena pela gastronomia, vinhos, cafés, museus, natureza e pelo simpático e hospitaleiro povo sul-africano. Pontos negativos: a gravíssima crise hídrica ("banho de dois minutos"), a insegurança noturna e a deprimente crise social (leia-se, mendicância sistemática e ininterrupta no centro).

Não sei se um dia voltaremos lá, penso que para um gasto total em "x" é preferível "x+20%" em qualquer capital europeia.

Dito isto, foi surpreendente e muito bom termos ido à Africa, nunca fez parte dos meus planos.

Próximos posts: minha segunda viagem à Paris!

sábado, 29 de julho de 2017

O aeroporto internacional de Cape Town



O aeroporto internacional de Cape Town é gigantesco perto da rodoviária de Luanda, mas é um aeroporto de porte médio,menor que qualquer um que eu tenha ido na Europa e bem menor do que o Galeão. 

É muito fácil localizar-nos nele. Deixei para tirar fotos e filmagens na volta quando se tem mais tempo. 

Pode-se informar a seu respeito:

a) é bem sinalizado, do corredor a que o avião dá acesso vai-se direto para o controle de passaporte, pegamos pouquíssima fila, é ágil, pediram o passaporte (não pediram o CIV contra Febre Amarela). 

b) Em seguida vem a recolha da bagagem, já estavam lá as malas e bem em frente fiz câmbio na American Express (recebi 12,04 zar por dólar, não é uma cotação ruim) e daqui de em diante constatei: sem inglês não há salvação, mas entender o inglês dos zulus, xhosas e outras etnias africanas foi um aprendizado constante.

c) Assim que entrei na área comercial um jovem veio nos seguindo e oferecendo táxi "alternativo" por 350 zar. Ele era muito simpático, nos ajudou a encontrar a loja da Vodacom, com as malas, foi bom para me habituar com outro continente e país. Acabei cedendo.

d) Comprei chip da Vodacom com 1 giga de dados por 219 zar, acho, pode ter sido mais, eu estava exausto. Comprei acreditando valer por um mês, mas na verdade vale por duas semanas, uma delas "gratuita" (só rindo mesmo).

e) Se você tiver no controle da situação, descansado, com Uber configurado, vá de uber mesmo, não chega a 200 zar até o centro. Há a opção de Mycitibus, por uns 70 zar (comprando o cartão e mais o percurso do aeroporto que é mais caro que o normal), mas isto pode passar de uma hora, fora o transtorno de mala pesada).



sexta-feira, 28 de julho de 2017

Voando com a TAAG.







 São três filas: 3-4-3. Fomos na lateral direita, meio e corredor (já que não posso filmar a "descolagem" e a "aterragem" prefiro levantar a qualquer hora)

Plug anti-furto 



Não tenho o que reclamar das opções de clássicos e jazz









 Bom vinho português


 Chegando na Mama África, na "rodoviária" de Angola.




Há alguns anos atrás eu verifiquei as opções de voos de todas as companhias aéreas com partida no Galeão. A TAAG tinha voos somente para Luanda, com escala em São Paulo. Nenhum interesse da minha parte: África? Angola? Ditadura, corrupção escabrosa e miséria? No, thanks.

Na hora de adquirir as passagens, em fins de março, não havia a opção pagar com boleto bancário. Paguei com cartão de crédito, que,por motivo de segurança pelo banco, foi bloqueado por duas vezes. Conclui a compra por cerca de 1900 reais cada passagem ida e volta, mas,com a conversão de zar para usd para real foi a vez da instituição financeira e o Estado fazerem a festa. O valor final ultrapassou dois mil e trezentos reais.

Vou descrever em tópicos o que possa ser relevante:

a) havia diversas opções de refeições especiais, três ou quatro de vegetarianas. Na compra das passagens você escolhe genericamente assentos de janela ou "cochia".
b) no Seat Guru não havia como conhecer o voo, mas encontrei em outro site, mais completo, o Seat Plans. Salvo melhor informação, voamos sempre em Boeing 777-300, mas talvez o dos voos Luanda-Cape Town sejam 777-200.
c) o check in se iniciou nas primeiras horas da madrugada do dia anterior ao voo. Não se consegue efetuá-lo via código ou referência, clique na segunda opção, preenchendo o seu nome completo e clique em "aguardar" o check in.
d) Recomenda-se levar tudo impresso, o despacho de bagagens começou quatro horas antes do voo, chegamos três horas antes, não havia filas e houve perguntas de segurança tis como: "foi o senhor mesmo que fez a sua mala", etc., Os adesivos constam o nome do titular da mala (ótimo!) e há uma tarja bem visível escrita "conexão" (aprendam, demais companhias). Atendimento muito simpático e organizado.
e) Organizado, mas nem tanto. Nossos lugares determinados eram 16D e 16E conforme o check in online, mas a funcionária nos colocou em 15B e 31E, fui verificar isto uma hora antes do embarque, nunca houve este engano por parte de companhia alguma nos voos anteriores (e nós não fomos os únicos a passar por isto). Reclamei com a mesma funcionária, ela veio com um papo de overbooking, mas nos transferiu para 31E e 31F, pelo menos ficamos juntos. Ou houve erro humano, ou houve preferência e favoritismo para outros clientes, pois do que pude observar no voo de volta, Luanda-São Paulo, a área entre as filas 12-30, aproximadamente, oferece melhor espaço do que as das filas 31 em diante.
f) A postura dos comissários de bordo da TAAG é seria, altiva, educada, respeitosa e firme com os passageiros que insistem em desrespeitar as normas. Gostei, não vi sorrisos forçados tipo Alitalia depois que passou a ser controlada pela Etihad, e nem rispidez e fastio demonstrado por algumas comissários e comissárias da Air France em época de negociação salarial e greve.
g) As opções de lazer não foram tão ruins como li em alguns blogs, não é como a British (para música) ou Air France (para filmes), mas está no nível de uma Iberia. Para mais detalhes, veja os meus vídeos no meu canal do YouTube: "enaldops", todos as centenas de vídeos que fiz nas sete viagens estão lá.
h) Refeições vegetarianas partindo do Brasil costumam ser um problema, o catering que fornece para todas as companhias aéreas, imagino, acha que vegetariano somente come folhas, não tem paladar, não sabe desfrutar comida.
i) O voo partiu do Rio com uns vinte passageiros somente. A escala em Guarulhos foi tranquila, com exceção de um ou outro passageiro que desrespeita todas as normas de voo e de bom senso.
j) Sete e horas e quinze depois chegamos na África, o segundo continente que visitei, mas começando pela "rodoviária" de Angola. É tão folclórico quanto se diz. Não há que procurar informações, não há erro: ou você segue reto na Imigração após descer do ônibus que o o levou do avião ao aeroporto propriamente dito, ou vira à esquerda para a área de "Transferência" e já entre logo na fila do detector de metais. Não há que resgatar bagagens, isto somente ocorre em Joanesburgo, sabe-se lá o motivo.
k) Muito importante: pegue umas duas garrafinhas de água no voo São Paulo-Luanda, você não vai querer pagar cinco dólares por uma aguinha (USD3,40 e sem troco). Dificilmente você terá seiscentos kwanzas (eu tinha, veja abaixo).





Há tomadas padrão europeu para recarregar celular, coffee shop, lanchonete e free shop, mas tudo com preços horripilantes. Vi algumas pessoas dormindo esparramadas pelo bancos e alguns tipos bem mal-encarados nos olhando. Depois de algum tempo começa o embarque, mas há apenas um "terminal" para todos os voos. Os passageiros foram se apinhando pelos corredores e assentos, e quase houve confusão na descida da escada rolante rumo à pista.
l) O voo Luanda-Cape Town (três horas e meia) é de melhor qualidade no quesito alimentação, aqui já tivemos ideia de que iríamos comer bem por lá.
m) Foi-nos exigido o Certificado Internacional de Vacinação duas vezes no Rio, quatro em Luanda e nenhuma em Cape Town.

terça-feira, 25 de julho de 2017

Com que, então, fomos parar na África?




Desde que voltamos de Berlim eu comecei a acompanhar os preços dos voos para o ano seguinte. Antes de janeiro é mera curiosidade, não há perspectiva de promoções. Janeiro veio e passou, no entanto, e os voos mais em conta estavam nas faixa dos três mil. Veio fevereiro e nós ficamos de guarda, acreditando que desde o início de fevereiro pelo menos uma companhia aérea iria fazer ofertas tentadoras. E eis que fevereiro se concluiu e não apenas as companhias áreas não ofereceram preços tentadores como começaram a se aproximar dos quatro mil reais por voo para a Europa em julho, com exceção da Swiss Air. Março seria decisivo e cada dia que passava os preços iam subindo, agora já se aproximando da casa dos cinco mil.

No final de março a ficha caiu e constatamos que nada de Europa para julho deste ano.

E aí nos resignamos ao fato de que teríamos que procurar outro destino.

Mas qual?

a)Buenos Aires? Não rende mais de duas semanas e é muito frio.
b) Santiago? Idem.
c) Bogotá? Idem e péssimo horário de voo pela Avianca, por volta das oito horas da manhã , teríamos que viajar de madrugada a partir de Juiz de Fora.
d) Montevidéu? Também não imagino dezessete dias por lá.
e) Panamá? Passagens caras e muita chuva.
f) Cidade do México? Muito perigosa e com muitas atrações distantes.

Comecei a passear pelas companhias aéreas com voos a partir do Galeão, e lá estava a angolana TAAG com opções para Joanesburgo e Cidade do Cabo. Mas, pera aí, passagens a 1800 reais? Ô, louco.

Resolvi pesquisar sobre as duas cidades, meio sem levar a sério, e eis que vi todo mundo, todo mundo falando: Cidade do Cabo é linda, é barata, a natureza é maravilhosa, gastronomia farta, vinhos, povo simpático, inglês amplamente falado, "eu a deveria ter conhecido há mais tempo"

Depois pesquisei sobre como é voar com a TAAG, e não vi muitos comentários negativos, eram até mais elogiosos do que o esperado.

Marcamos a data limite para tomarmos uma decisão definitiva para o início de abril, e aí as passagens para a Europa em julho já chegavam a sete mil.

Pronto, estava decidido, iríamos pela primeira vez para a África, um continente que nunca esteve seriamente nos meus planos.

Convido-os aqui a conhecer detalhadamente a nossa viagem de dezoito dias (6 a 24 de julho) para a capital parlamentar da África do Sul.