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segunda-feira, 2 de abril de 2018

FNAC Les Halles



 Namorei esta caixa, mas acabei não a comprando.










Caixa completíssima do Pink Floyd.


A FNAC é uma empresa francesa, e imagino que Paris é a cidade que mais possui suas unidades (treze). Para quem gosta de música, filmes e livros é um endereço indispensável. Assim como as lojas londrinas e a Dussmann de Berlim eu posso ir nas FNAC's todos os dias que não vou dar conta de todo o acervo (muito mal o de música, que é o que me interessa mais). Acho que a de Les Halles é a maior, ou, pelo menos, a terceira. Aberta todos os dias (10 às 20h, domingo 11 às 19h).

terça-feira, 27 de março de 2018

Passeando no inverno


Três graus cedo pela manhã escura. Dá para sair assim?


Roupas térmicas, luvas, gorro e cachecol ou écharpe.



 Estação Montparnasse em reforma.




Comprei o novo cd do U2 e o novo Astérix, ainda inédito no Brasil.



Eu tinha três receios quanto à passear no inverno do norte europeu: não ter roupas adequadas (resolvido), adoecer por lá (não aconteceu) e ficar preso em casa com medo de não suportar o clima (não me atrapalhou em nada). A temperatura média histórica de Paris é de 3.ºC, máximas entre -5 e 11.ºC. Temperaturas eu acompanho detalhadamente desde a adolescência, sou fascinado. O inverno não foi típico em janeiro, com exceção da chuva constante (e uma enchente nos arredores da capital) peguei temperaturas entre 2 e 12 graus, média de 7 graus,um clima mais próximo de novembro e março.
Desta minha experiência histórica,os quinze dias mais frios de minha vida tenho a dizer:
a) de cinco graus para cima dá para passear tranquilo, nem chegava a usar luvas;
b) peguei 4 graus com chuva em Montmartre e 2 graus em Provins: aqui o frio é capaz de intimidar mesmo, e fiquei com muito medo de adoecer de verdade.
c) imagino que passear em cidades com temperaturas inferiores a zero contraproducente.

segunda-feira, 26 de março de 2018

Rue des Rennes

 As vitrines tentadoras de Paris.

Liquidações para todos os lados. 





Construção "estilo Barcelona".

Treze Fnac's espalhadas pela cidade. 

Ótimos sanduíches na Pomme de Pain. 







Não sou chegado em refrigerantes, mas gosto de novidades. 



Tentei encontrar uma sopa de abóbora deliciosa como a que tomei na Cidade do Cabo, mas esta aqui foi no máximo razoável.

sábado, 26 de julho de 2014

Fnac de Madri



A Fnac de Madri ocupou um espaço tão importante no meu passeio que eu prefiro falar por tópicos:

a) deve ser a maior do mundo, são sete andares e me pareceu maior que a de Paris (Les Halles) que eu fui muitas vezes.
b) fui umas dez vezes lá, e não dei conta de tudo o que queria ver.
c) em Juiz de Fora não há sequer uma livraria decente, quanto mais uma loja de discos, então ir à Fnac para mim é como ir a um templo para o fundamentalista.
d) funciona todos os dias, entre 10h e 21h e 30min. Os clientes saem de lá por pressão.
e) Estoque gigantesco de literatura e dvds. Muito boa para cinéfilos, deixa algo a desejar para fãs de música, não é como as antigas Virgin, HMV e Tower de Londres, não dá para encarar.
f) Não comprei quase nada, não é esta a questão. É o prazer e acessibilidade ao que não há aqui. Livros de bolso a partir de 10€ (comprando dois ganha uma sacolinha), dvds comuns e blu-ray entre 10 e 15€, muitos artigos legais de cultura nerd. Cds entre 8 a 17€, na média.Vinis a partir de 22€.
g) Caixas simpáticos e educados, vendedores prestativos, bem diferente do que vi em Paris.
h) Todo mundo saindo com uma comprinha de alguns livros, dvds, cds ou vinis, vi uma cliente na minha frente comprando uns quarenta dvds.
i) Pessoas lendo quadrinhos e livros na maior tranquilidade, na íntegra (acho errado).
j) Não entendem português ou portunhol, como tudo na Espanha.

Se eu pudesse ir a um estabelecimento destes uma vez por semana, aos sábados, eu reclamaria menos.