Páginas

Mostrando postagens com marcador hospedagem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador hospedagem. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 19 de março de 2018

O apartamento em Paris


Sala com dois sofás-camas.


O quarto.




Apartamento silencioso de fundos, vista da janela da sala.



Banheiro com ótima ducha.


Oitava viagem internacional e a sétima que aluguei um apartamento pela AirBnB. Paris é a segunda cidade mais cara em matéria de alugueres entre as que nos hospedamos (depois de Londres,a mais careira,e seguida bem de perto por Barcelona). Como sempre não foi fácil chegar a uma conclusão. Escolhemos este imóvel na periferia (décimo-quinto arrondissement, um bairro chamado Saint Lambert). Custo total: 285 reais a diária. Ainda assim sai bem mais em conta do que em hotéis (começando por baixo em 120 euros). O apartamento fica no segundo andar, sem elevador. Ótimo aquecimento intermo, em momento algum senti frio por lá. Muito limpo e organizado. O proprietário Philippe Benoist esteve lá pessoalmente para resolver um probleminha com a tv a cabo. Próximo a meia dúzia de supermercados,linha de ônibus em frente, metrô a menos de cinco minutos. Não é uma região bonita como um Marais ou Montmartre, mas valeu a economia.

domingo, 6 de agosto de 2017

Estadia, transporte, internet, fast food e outras informações sobre a Cidade do Cabo.

Esta é a vista da sala de jantar do apartamento que alugamos. Table Mountain ao fundo, à direita. 



O transporte em Cape Town é controverso. Você vai ouvir pessoas falando que somente andavam de táxi ou Uber. Táxis sai mais ou menos o mesmo preço que no Brasil, uber é bem barato, depois dou mais detalhes nos próximos posts. A população anda nos velhos ônibus da Golden Arrow (nem prensei em nos arriscar), nas vans (muitas, metade delas em condições precárias) ou no bom sistema Myciti bus. Pode confiar nele. Os ônibus são pequenos, raramente andam cheios, cobrem bem o centro e a orla marítima, você pagará 6,40 zar (menos de dois reais) por percursos até cinco quilômetros. Não funcionam após 21 ou 22 horas conforme a linha ou o dia. Utiliza-se cartão específico (35 zar, válido por três anos), carregáveis nas estações e quiosques autorizados. Carrega-se com valores fixos, entre 35 e 1000 zar. Eu carregava de cinquenta em cinquenta, nem sempre há troco, mesmo nas poucas estações. É seguro? Bem, eu tenho um incidente para contar mais à frente, coisa que nunca passamos em viagens ou no Brasil.

  Maquininha do Myciti bus, na entrada da estação da Adderley street.



Vista da estação ferroviária do centro a partir da estação rodoviária de Adderley street.







Esquilos é que não faltam no bairro de Gardens. Por falar em Gardens, se for hospedar em Cape Town, esqueça Sea Point, Green Point, e outros escolhas óbvias de mauricinhos e patricinhas. Os bairros próximos ao centro como Gardens, Vredehoek, Tamboerskloof e Oranjezicht são muito mais acolhedores,bonitos e intimistas, e você pode ir a pé para o centro apreciando o belo parque Company's Garden.


Há cyber shops para tudo é quanto é lado. Os preços variam de 4 a 8 zar a hora.


Comemos várias vezes o escandaloso Veggie Burguer do McDonalds sul-africano. McDonalds no Brasil para mim é lixo total. Fora do Brasil há respeito pelo consumidor e não ignoram o cliente vegetariano. Este lanche acima saiu por 60 zar. O atendente me disse que ninguém nunca lhe havia pedido um Veggie Burguer, sul-africano é muito carnívoro.




Opções do McCafé no McDonalds da Adderley street.



quinta-feira, 28 de julho de 2016

O apartamento em Wedding.









Alugamos pela quinta vez um apartamento pela AirBnB. Escolhemos este quarto/sala com custo final de 53€ a diária. Fica em Wedding, o bairro turco ao norte, pouco acima dos limites da zona A do transporte público. Cama e sofás muito espaçosos, bom wifi, muitas tomadas, tv com mais de cem canais, no primeiro andar, rua muito silenciosa, vizinhos discretos e simpáticos. A menos de dez minutos de três estações de metrô e a vinte e cinco minutos da Friedrichstrasse, a rua mais interessante de Berlim, ao meu ver.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

A escolha do apartamento (hospedagem)


Quinta vez na Europa, quinta vez em apartamentos, quarta vez pela Airbnb. Escolhemos apartamentos porque é mais barato do que hotéis ou hostels em quarto privativo com banheiro, tv, e etc. (uma economia em quase a metade do valor), porque é mais aconchegante e porque há a possibilidade de algum apoio por parte do locador (seja proprietário ou inquilino que nos sub-loca, como foi o caso desta vez). Após a compra das passagens começa a minha pesquisa, o que leva um mês ou mais. Após ver uns cem imóveis, ler uns mil comentários, optamos por um apartamento na periferia de Barcelona, o bairro de Sants, mas uma periferia com atrações, com recursos, com boas vias de transporte e "próxima ao aeroporto". Barcelona não é cara como Londres, mas está num nível equivalente a cidades como Paris, Amsterdã,Milão e Munique em termos de aluguéis. Certamente é mais cara do que Madri, Viena, Berlim e Praga.

Se você não se importa de pagar mais uns 20 euros de diária para ficar bem, então vá para os lados do Passeig de Gràcia, lá no muito bonito bairro de Eixample. Mas nós nos importamos, 320 euros é significativo para nós em matéria de economia (dezesseis diárias). O apartamento é de dois quartos, duas camas de casal, uma sala muito legal com uma estante de uns mil livros, wifi e tv por assinatura. O problema era a escada (quatro andares), barra pesada. Bem, tem outros problemas também, mas eu conto mais adiante.


Carrefour Express a três minutos a pé do ap. E também três estações de metrô entre cinco a dez minutos a pé, dentre elas a estação internacional de Sants.

 Vista a partir do centro comercial Las Arenas.


Maneira esta máquina fotográfica da inquilina do ap.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Praed street, o apartamento e os primeiros contatos com Londres


Ficamos em um apartamento da Praed street que alugamos via Airbnb após semanas de pesquisa e indecisões. Pagamos cerca de £115 de custos totais por diária. A proximidade com a Paddington station foi crucial. A Praed street é repleta de opções de alimentação. Há barulho permanente do tráfego de veículos e pessoas, mas nada que te impeça de repousar após um dia inteiro de passeios. O apartamento apresentou um problema grave, a meu ver, que foram as cortinas claras, impróprias para escurecer o imóvel durante o período noturno. A locadora do imóvel, uma artista plástica russa,  revelou ser uma ótima pessoa, fez o que pôde para nos apoiar e minimizar os aborrecimentos. Mas blogar não é para afagos, eu acho que a relação custo/benefício não foi satisfatória.




Da sala do ap. dava para ver o hospital Saint Mary, uma cabine telefônica (box) e o ponto de ônibus.




Meu primeiro biscoito de chocolate, "orgulhoso de ser britânico", foi parar no meu orgulhoso estômago.




Aqui o (a) leitor(a) pode ter uma ideia dos preços de suprimentos básicos. Comprávamos no Sainsbury's (aberto até às 23h) ou no Tesco (nunca fecha). Mas a rede mais barateira é a Asda, bem longe de Paddington.




Nossa primeira volta de ônibus, já devidamente munidos com nossos Oyster Card. Sobre o Oyster Card, que eu tive que ler muito para entender a estória toda, vou resumir e dizer o que o(a) leitor(a) deve fazer:

1. Dirija-se ao caixa humano de qualquer estação de metrô e peça um Oyster Card (£5, retornáveis com a devolução do mesmo, ao final de sua viagem).

2. Ele vai exigir uma carga inicial. Minha sugestão é: por um dia (£7), se você for ficar de um a três dias, renovando-os (top up) a cada dia nos caixas automáticos; por uma semana (season ticket seven day) por £29,20, tudo isto para zonas 1-2, a menos que você queira ir de metrô à região olímpica, ao shopping Westfield Stratford, ao museu da RAF, etc., que ficam nas zonas 3 e 4. Os ônibus não são limitados à região alguma. Se você tiver certeza de que vai andar pouquíssimo de ônibus ou metrô (duvido) pode usar o Top pay as you go que é semelhante a um cartão pré-pago de celular, mas observe que pagará £1,35 por cada viagem de ônibus e £2 por metrô entre 9h e 30 min e 16h e 30min (off peak) e £2,70 nos demais horários. Há mais ponderações a fazer, para quatro dias eu preferi renovar com mais uma carga semanal e não ter que me preocupar com cálculos.

3. Você pode escolher o início da validade, mas confira o bilhete, nós tomamos o prejuízo de um dia por erro do bilheteiro.



Andar de ônibus em Londres é muito prazeiroso, são quase todos de dois andares, nunca os pegamos cheios, sempre andamos sentados, no andar superior, nas primeiras poltronas, há câmeras de segurança, e uma bela voz avisa sobre o trajeto. As linhas 23 e 7 que utilizávamos para o centro passavam a cada um ou dois minutos, nunca esperamos mais de cinco minutos para pegar um busum para o centro. Era uma delícia ouvir a moça falando: "Twenty-three, to Westbourne Park. The next station is Sussex Gardens", rs...


 A nossa rua, Praed street, já estou com saudade.