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domingo, 1 de março de 2015

Voo Madri-Rio (Iberia)




Eu gosto muito de filmar as decolagens e aterragens. Gravei a fala do comandante orientando para que os passageiros desligassem os seus celulares. Em momento algum ouvi ou jamais li que câmeras fotográficas possam interferir nos painéis de controle do avião. Quando estava prestes a filmar o take-off uma aeromoça simpática me pediu para desligar a câmera. Não quis discutir, fiquei com a sensação de que a funcionária sequer sabia o motivo da proibição, se é que existe. Durante a viagem tive que dar uma de joão-sem-braço e filmei furtivamente o trajeto. Acho que da próxima vez vou querer debater, Isto nunca havia acontecido nas outras viagens.






O voo sai da Península Ibérica a oeste de Gibraltar...




...adentra o espaço aéreo do Marrocos...




...e quando sobrevoamos o antigo Saara espanhol (o não reconhecido Saara Ocidental) só há deserto e nenhuma civilização.


sexta-feira, 19 de julho de 2013

Sobrevoando Lisboa

O aeroporto Portela fica próximo ao centro de Lisboa. Por isto é possível ver toda a cidade quando chegamos, o que é muito belo em dias ensolarados.


Durante o voo para Lisboa


O display da TAP é variado. É bem restrito em matéria de músicas, comparativamente aos da Air France e principalmente ao da British. Mas em matéria de filmes eu encontrei uma meia dúzia de opções interessantes.















Como sempre, eu fiz o check in online nos primeiros minutos mas havia poucas opções. Mas deu para que alterasse as poltronas do meio (em três) para as da janela (em duas).


Pedimos refeições vegetarianas asiáticas, mas aqui no Brasil o fornecimento das mesmas precisa melhorar muito. Houve repetição no cardápio, dois itens idênticos na mesma refeição.


Por que Lisboa?

A escolha por Lisboa se deveu a um conjunto de fatores: atrações, preços, língua e clima. Como queríamos evitar o calor desértico de Madri, nos pareceu a opção mais próxima. Descobrimos que os 40 graus no segundo dia por lá tornaram Madri (que estava menos quente) menos inóspita. Mas Lisboa foi uma grata surpresa do início ao fim.


Escolhemos as datas conforme as melhores opções de valores do voo. Viajamos Rio-Lisboa direto, pela TAP. O preço é em real, em cinco vezes sem juros. O voo dura cerca de 9h e 30 min. É um dos últimos voos saindo do Galeão e estava tudo muito tranquilo, com filas pequenas.


Chegamos com três horas de antecedência e a fome bateu. Este queijo quente sem-graça custou onze reais! Na Europa há concorrência nos aeroportos, em Lisboa os preços são mais elevados do que no comércio (o que não ocorre em Londres), mas o Brasil é recordista em exploração ao consumidor.


O portão de entrada foi aberto com atraso de quase meia-hora, mas o voo saiu com apenas quinze minutos após a hora prevista. De modo geral, a TAP é bem organizada, o atendimento é muito bom e o interior do Airbus 340-300 é confortável e bonito.













Eu acho muito interessante acompanhar as informações em pleno voo.





terça-feira, 24 de julho de 2012

Voando pela British Airways


Na ida a bagagem de mão é etiquetada. Na volta, não. Ponto para a British brasileira.


Confirmei a informação de que os aviões da Iberia não disponibilizam monitores individuais. Sem estes monitores eu não viajo. Faça o mesmo.Valorize o seu dinheiro.


O espaço para pernas da BA é melhor do que na Air France (ambos na classe econômica, está me confundindo com quem, rs...?)


Classe econômica (world traveller).


O leque de opções de entretenimento da BA é inferior ao da Air France, e fraquíssimo em matéria de rock e música em geral, surpreendentemente. Na Air France há muito mais títulos de cds e filmes, em diversas línguas e legendas. Ponto para a Air France.


Entre os Essential Albums estão Ziggy Stardust (merecido) e Chariots of Fire (ahn?)


Estes videos de orientação me facilitaram tramitar no Heathrow Airport Terminal 5. Assista-os.

Todos os atendentes eram ingleses, com exceção de um português que foi a salvação dos compatriotas que não vão além do inglês básico. Os comunicados da tripulação eram sempre em inglês. Sem bancar a vítima, eu acho isto um absurdo, um desrespeito, uma falha da empresa para com o Código de Defesa do Consumidor, pois o voo parte do Brasil, metade dos passageiros são brasileiros, os contratos são celebrados em nosso ordenamento jurídico e sujeitos às convenções internacionais.. Com a palavra, a fiscalização do governo da República Federativa do Brasil.



O almoço foi semelhante ao que desfrutei no ano passado pela Air France para Paris. A empresa de catering deve ser a mesma. No Brasil continuam não entendendo o que vem a ser a gastronomia vegetariana. Mas não foi ruim.


Eu adoro acompanhar a viagem pelo monitor, com exceção do longo trecho pelo Oceano Atlântico ao longo da costa africana.


Não é mole ficar mais de onze horas sentado. Eu gosto de ir para o fundo procurar conversa, mas desta vez, voo madrugal, ninguem quis papo.











A partir daqui eu cansei de tirar fotos e tentei dormir um pouco, sem sucesso.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Aviões da Iberia não disponibilizam monitores individuais?



Viajar em uma poltrona com monitor individual me parece essencial. São no mínimo nove horas de voo até a Europa (Lisboa, o destino mais próximo) e, pelo que vi, bem que as pessoas tentam, mas poucos conseguem dormir por muito tempo (barulho do ar condicionado, turbulências, gente passando, conversas alheias). Por isto, ter uma distração é fundamental. O monitor individual me permitia ver filmes, ouvir música e acompanhar as informações sobre o voo (mapa, velocidade, distâncias, tempo, etc). Assim, fiquei espantado com a informação prestada pelo Alexandre: http://alexp.travellerspoint.com/230/ (cujo blog com relatos de viagens para cerca de trinta países eu recomendo vivamente) de que a Iberia (linha Rio/Madri) disponibliza apenas monitores coletivos. Quem souber de informação divergente ou convergente, por favor, comente aqui.


terça-feira, 13 de setembro de 2011

Voltando para casa



A volta para casa pode trazer alguns transtornos. Vou separar as informações com base na experiência que tivemos.

1. Confirme o seu voo por email e imprima o documento com antecedência. Havia indício de greve e atrasos nos voos.

2. É melhor partir de casa com três horas de antecedência. Se for receber a sua détaxe terá que enfrentar filas.

3. Saímos da estação Châtelet/Les Halles no RER B3 às 7h e 10 min. O trajeto até o terminal 2F do aeroporto Charles De Gaulle levou pouco mais de trinta minutos e custou 9,10e=R$22 por pessoa. Por táxi o tempo estimado é de 50 min e custo entre 50 e 60 euros. Por trem a desvantagem é que você corre o risco de ir em pé todo o trajeto. Se optar, ainda assim, por ir de trem, escolha o último vagão que é mais espaçoso para você e sua bagagem.

4. Descendo no segundo ponto do De Gaulle procure o terminal de sua companhia. Para os voos diretos da Air France vá para o segundo andar, no sexto guichê.

5. Com o documento que você imprimiu vá a um dos vários terminais de autoatendimento e siga as instruções (em português) para imprimir as passagens. É fácil e rápido.

6. Vá para o check in, é muito parecido com o do Brasil, menos no fato de que não há um funcionário para colocar a sua mala na pesagem.

7. Aqui no Brasil a Air France informa em seu site que você poderá despachar duas malas com até 32kg cada, nos diretos (internacionais). Mas em Paris, quando você imprime o documento por email você é informado de que o limite é de 23kg cada, para passageiros das classes econômicas, então é bom ficar atento. Juridicamente vale o que você contratou aqui no Brasil, problema do fornecedor se informa incorretamente pelo site de vendas, mas vá fazer valer o seu direito em uma hora dessas, em outro país, falando outro idioma.

8. Após o check in vamos para a fila maior, a do controle policial. Há duas filas, na verdade, mas um dos aparelhos de raios x deu defeito. Um funcionário do aeroporto avisou, em francês, de que teríamos que pegar outra fila. Uma brasileira atrás de mim perguntou: "english?". O funcionário disse: "Non", e repetiu a instrução em francês. Eu acho um absurdo, um funcionário de um aeroporto internacional em uma cidade repleta de turistas e estrangeiros não saber inglês básico. A culpa não é dele, como pessoa, mas da administração do aeroporto.

9. A fila do controle policial era dividida entre portadores de passaportes europeus e os de outros continentes. Apesar da tentação de sentirmo-nos discriminados, as duas filas fluíam com quase a mesma intensidade. Após uma meia hora estávamos no saguão de embarque, que você vê na foto.

10. Ainda havia quarenta minutos para o embarque, e eu procurei as tais maquininhas de détaxe. Encontrei duas, ambas com defeito. Foi a primeira vez que pensei não estar em um país desenvolvido.

11. A área de embarque é repleta de lojas, restaurantes e lanchonetes.

12. O voo saiu com duas horas de atraso, devido, em primeiro lugar, ao fato de que havia uma poça de combustível próxima à uma das rodas, e os bombeiros não queriam dar permissão de decolagem enquanto o problema não fosse esclarecido e resolvido. Depois o mecanismo de tração de combustível não funcionava corretamanete e o tanque não abastecia por completo.

Hora de voltar para casa...

13. Com uma viagem tranquila, e com o menu da volta de melhor qualidade do que ida, chegamos ao Rio de Janeiro sem outros aborrecimentos. Comprei um perfume no free-shop acreditando que os preços aqui eram mais convidativos do que em Paris, no que diz respeito a perfumaria. A diferença a menor era de apenas um euro e alguns centavos.

14. Passar na alfândega é que foi curioso. Nada do que se vê em filmes e ouve-se nos relatos alheios. Apenas entregamos uma declaração, em português, distribuída durante o voo, em que afirmamos estar de acordo com a legislação tributária brasileira em todos os ítens (é só marcar não em todas as questões). Não vi luzes acendendo verde ou vermelho e nem fiscalização nas bagagens. Não sei informar se é sempre assim.
Veja bem: nós realmente não infrigimos a legislação, não adquirimos nada além dos limites, não estou induzindo ninguém a burlar dada à fragilidade da fiscalização.

Bom, aos meus leitores, é tudo o que tenho a dizer. Quaisquer dúvidas é só comentar nos posts que eu responderei o que souber com o maior prazer.

Um abraço a todos e bons passeios!

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Fotos de Amanda Dias


Hôtel de Ville.



Vendo a Espanha de cima.



Charles de Gaulle.



Marais.






5ème.



Notre Dame.



Place du Carroussel.



Trocadéro.



As portas da felicidade.



Orsay.



Sacre Coeur.