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terça-feira, 27 de março de 2018

Passeando no inverno


Três graus cedo pela manhã escura. Dá para sair assim?


Roupas térmicas, luvas, gorro e cachecol ou écharpe.



 Estação Montparnasse em reforma.




Comprei o novo cd do U2 e o novo Astérix, ainda inédito no Brasil.



Eu tinha três receios quanto à passear no inverno do norte europeu: não ter roupas adequadas (resolvido), adoecer por lá (não aconteceu) e ficar preso em casa com medo de não suportar o clima (não me atrapalhou em nada). A temperatura média histórica de Paris é de 3.ºC, máximas entre -5 e 11.ºC. Temperaturas eu acompanho detalhadamente desde a adolescência, sou fascinado. O inverno não foi típico em janeiro, com exceção da chuva constante (e uma enchente nos arredores da capital) peguei temperaturas entre 2 e 12 graus, média de 7 graus,um clima mais próximo de novembro e março.
Desta minha experiência histórica,os quinze dias mais frios de minha vida tenho a dizer:
a) de cinco graus para cima dá para passear tranquilo, nem chegava a usar luvas;
b) peguei 4 graus com chuva em Montmartre e 2 graus em Provins: aqui o frio é capaz de intimidar mesmo, e fiquei com muito medo de adoecer de verdade.
c) imagino que passear em cidades com temperaturas inferiores a zero contraproducente.

sábado, 17 de março de 2018

Viajando pela primeira vez durante o inverno europeu (Paris)


Rever Paris, que felicidade. 


Monitor de braço para passageiros da primeira fila horizontal




Meu velho querido suco de tomate, adoro.


Refeição vegetariana saindo do Brasil é a mesma em todas as companhias: pouco paladar e incompreensão do que vem a ser vegetarianismo.


 Sobrevoando a Argélia.


Recarregador em Fiumicino (wifi razoável) 


O belo voo Rio-Roma: próximo post.


Fotografei muito pouco durante esta viagem, mas em compensação fiz centenas de vídeos que estão publicados no meu canal no YouTube: enaldops


Voltei da África do Sul satisfeito com a viagem, mas infeliz por não ter ido à Europa, e comecei a acalentar o sonho de viajar em janeiro para lá. Sempre tive receio de viajar no inverno pelos dias curtos e frio intenso para nós, de clima tropical. Ouvi relatos de colegas que estiveram na Europa nesta época e disseram não ter sofrido com as baixas temperaturas, ou terem deixado de usufruir em função do clima. Na minha mente uma situação seria viajar ao sul da Europa, outra bem diferente em localidades com temperaturas médias pouco acima de zero graus. Por outro lado,sempre fiquei muito frustrado em passar os tórridos verões aqui em Juiz de Fora, sem nada para fazer. Já passei dos cinquenta,como se diz sempre, não vou ficar mais jovem, o tempo se desperdiça um custo altíssimo.

Sempre conferi os valores das passagens para janeiro, quase tão caros quanto julho,mas deparei com duas promoções da Alitalia para Paris e Amsterdam por volta de dois mil e seiscentos reais. Escolhi Paris por ser menos frio, mais em conta, eu me viro em francês razoavelmente bem, há mais o que fazer lá do que na capital holandesa (uma ótima opção, de qualquer forma).

Desta vez a Alitalia conseguiu resolver dois problemas: a inscrição no Millemiglia e o problema das refeições especiais, não tive sucesso no voo para Berlim, em 2016, conforme já relatei em post específico. Mas ainda há falhas: no dia do check in recebi via email um documento desnecessário e ao chegarmos no guichê da empresa no Galeão, eu bem preocupado, a funcionária me disse que somente necessitaria do passaporte.

Ofereceram-me trocar meu voo com conexão em Roma, por um direto da Air France, sem custo adicional. Concordei, me fizeram aguardar mais de hora, com idas e vindas e depois lamentaram, mas a Air France não providenciou os boarding cards. Coisas do Brasil.

Cheguei às sete da manhã em Fiumicino (Roma) com desembarque na pista, frio de seis graus e eu sem roupa adequada para o inverno europeu.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Como é o verão em Madri





Desde criança que eu gosto de acompanhar o clima pelo mundo. Sempre me espantei com a estabilidade das temperaturas em Madri por todo o ano. Julho e agosto com mínimas entre 18 e 20°C e máximas entre 36 e 38°C. Por isto evitei de ir até lá nos anos anteriores. Mas depois que passei pela experiência de 40°C em Lisboa, no ano passado, observei que o calor em baixa umidade é suportável, sinto mais calor aqui em Juiz de Fora com seu trinta e poucos graus no verão do que na Europa com quase quarenta.

A Espanha, além de utilizar o horário de varão, optou pelo fuso-horário da Europa Central ao invés do de Greenwich, o que seria meridionalmente mais correto. Assim, há um desvio de duas horas, na realidade, o dia começava por volta das sete horas e se estendia para as dez da noite. Durante a manhã cheguei a pegar 11°C com um vento enregelante. O ápice do calor é por volta das cinco da tarde. Posso garantir que o calor se torna opressor somente acima dos 35°C, não antes. Pela manhã nunca senti calor e nem peguei temperaturas acima dos 30°C. No entanto, sentimos muita sede, é fundamental carregar água consigo, eu diria que um litro por pessoa, no mínimo.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Passeando pelo Bairro Alto


Chegamos em uma sexta-feira com temperatura máxima de 39.°C (no dia seguinte fez 40°C, inclusive no norte do país). Embora obviamente seja muito calor, não é estafante como no Brasil, não há tanta umidade, em casa estava fresco, nem precisei de ventilador para dormir.


Já era por volta de 20h e 30min quando passamos por aí, devia estar uns trinta graus, este termômetro claramente estava avariado.



A Assembleia da República, o parlamento português. Portugal está passando por séria crise política, com votos de censura contra o governo e divisão interna em sua coalizão. A oposição fez algumas passeatas, mas nada que se compare às do Brasil atual.















sexta-feira, 21 de setembro de 2012

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Calor veranil no inverno brasileiro e chega o frio no fim do verão europeu.


 
 
Com previsão de fazer 35°C em minha cidade hoje, provavelmente o dia mais quente de todos os nossos invernos, o tempo no Brasil contrasta com temperaturas próximas à zero no interior da França. Neste momento (16h e 40 min em Paris) faz apenas dezessete graus na capital francesa.
 

sábado, 18 de agosto de 2012

Faz calor em Paris



É comum as pessoas falarem que faz muito calor no verão parisiense. Esta impressão errônea se dá por conta de ondas como as de hoje, com temperaturas máximas em torno de 35°C e mínimas de 26°!, calor digno de uma Teresina. Londres está aproveitando uma rebarba e a temperatura chega próxima dos 30°C.

sábado, 28 de julho de 2012

O sol enganador.




Quase toda manhã o dia começava com este baita céu. Eu trocava de roupa, pegava o metrô para algum lugar, e quando saía da estação: tudo nublado com cara de chuva.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Chuva no caminho
















Quando descemos na estação de St.Paul, com o objetivo de ver a catedral, caía chuva pesada. Era só esperar porque elas não duram muito tempo. Mas já eram umas nove horas da noite, resolvemos voltar para casa.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

205 to Bow Church (errando o caminho para o Museu Britânico)


A primeira coisa que fazíamos quando entrávamos nos ônibus (quase sempre double-decker) era subir para o andar superior e pegar os primeiros assentos. Mas... ônibus vazio às dez horas da manhã? Inacreditável. Não andamos em pé em ônibus nenhuma vez.


















Fim da fila do Madame Tussaud (£60 e duas horas de fila para ver bonecos de cera? No, thanks.)

Oxford Circus, clima e vestuário















Na Oxford street você encontra de tudo, com exceção de automóveis. A confluência da Oxford com a Regent street forma a Oxford Circus. É o centro do centro comercial de Londres. O centro oficial é a Trafalgar Square, mais ao sul.

Por aqui você tem ideia do que vestir. Dos doze dias que ficamos, choveu em oito. É uma chuva chatinha, tipo vai e volta várias vezes. Temperatura entre mínimas de 12 a 14 e máximas entre 14 e 18°C. Casaquinho é indispensável, guarda chuva, idem.