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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Kraftwerk na Tate Modern


 
 
 
 
O Kraftwerk é um dos mais importantes grupos de música eletrônica do mundo, e sua influência sobre a música é avassaladora. Sou fã do Kraftwerk desde que os conheci no final de 1978, e foi tão impactante que abri o meu primeiro blog contando sobre como o quarteto alemão de Düsseldorf afetou a minha vida. Durante toda a minha adolescência sonhei em ver fotos que fossem da banda, vídeos e shows eram inacessíveis. Durante a década de oitenta consegui ver alguns vídeos da banda, e com o passar do tempo a minha empolgação foi se esvaindo, mas não o meu respeito. Há uns quinze anos atrás adquiri dezenas de shows da banda em áudio, e eles estiveram no Brasil já umas quatro vezes, salvo engano meu. Tenho os seus shows brasileiros em vídeo, mas não os vi ao vivo, o que é uma pena.
 
Este projeto com oito diferentes shows em sequência na Tate Gallery de Londres, um senhor museu de arte contemporânea que visitei em julho, com diversos posts aqui, é o maior empreendimento cultural da história do grupo, e peça publicitária de seu catálogo de cds relançado em 2009.
 
Fonte:http://www.tate.org.uk/whats-on/tate-modern/music-and-live-performance/kraftwerk-catalogue-1-2-3-4-5-6-7-8
 
 
 
KRAFTWERK - O Catálogo 1 2 3 4 5 6 7 8 é uma exploração cronológica das experiências sonoras e visuais do grupo e apresenta oito obras mestres clássicos de todo o seu repertório comemorado com espectaculares visualizações 3D e efeitos.

Combinando som e imagens, os desempenhos mostrar quase 40 anos de inovação musical e técnica, incluindo novas improvisações, projeções em 3D e animação. Começando com Autobahn, cada noite cobre um dos álbuns inovadores Kraftwerk estúdio em cheio e aparecem em ordem de sua libertação - Autobahn (1974), Radio-Activity (1975), Trans Europe Express (1977), O Homem-Máquina (1978), Computer World (1981), Techno Pop (1986), The Mix (1991) e Tour de France (2003) - ao lado de composições adicionais de seu fundo de catálogo.

Ralf Hütter e Florian Schneider do Kraftwerk iniciou o projeto em 1970, no seu estúdio Kling Klang eletrônico em Düsseldorf, na Alemanha. Dentro de alguns anos eles tinham alcançado o reconhecimento internacional por suas revolucionárias electro "pinturas sonoras" e experimentação musical com fitas e sintetizadores. Com suas visões do futuro que criou a trilha sonora para a era digital. Suas composições, utilizando técnicas inovadoras de looping e ritmos informatizados, tiveram uma grande influência internacional através de uma gama de gêneros musicais. Seu uso da robótica e outras inovações técnicas em performance ao vivo ilustra crença Kraftwerk nas respectivas contribuições de ambos homem e máquina na criação de arte.

Programme

Wednesday 6 February 2013, 21:00
1 – Autobahn (1974)
Thursday 7 February 2013, 21:00
2 – Radio-Activity (1975)
Friday 8 February 2013, 22:30
3 – Trans Europe Express (1977)
Saturday 9 February 2013, 22:30
4 – The Man-Machine (1978)
Monday 11 February 2013, 21:00
5 – Computer World (1981)
Tuesday 12 February 2013, 21:00
6 – Techno Pop (1986)
Wednesday 13 February 2013, 21:00
7 – The Mix (1991)
Thursday 14 February 2012, 21:00
8 – Tour de France (2003)

Ingressos a £60. Somente é possível adquirir quatro ingressos por pessoa, portanto ninguém poderá assistir a série toda. Eu escolheria os quatro primeiros dias. À venda a partir de quarta-feira que vem (12/12), às 7 h e 30 min do horário de Londres.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Tate Modern (4)




Esta salinha exibia documentários e entrevistas sobre arte. Basta se assentar e assistir. 




Diversas escolas e artistas de que nunca tinha ouvido falar.






 Eu acho que vi um Mondrian.










Há um arquivo com diversos vídeos sobre os artistas mais referenciais, você clica e assiste. Museus demandam muito tempo.















terça-feira, 14 de agosto de 2012

Tate Modern (3)


Esta instalação era bem interessante: a parte de cima se movimentava lentamente sobre a mesa aumentando ou diminuindo a incidência de luz sobre a sala. Cheguei lá no fim do movimento, e fiquei aguardando o próximo para poder filmá-lo. Passados dez minutos, cansei de esperar.



Eu já vi Turners espalhados por quatro museus.









Esta cronologia com as diversas escolas artísticas e seus principais nomes dão uma orientação básica para quem vai ao museu. Há vídeos completos sobre os principais expoentes acessíveis ao público.










Margem norte vista da Tate Modern

 A catedral de St. Paul, em destaque.



A Millenium Bridge, em destaque.



O "pepino" (gerko), banco privado, em destaque.



A Blackfriars bridge, em reforma.




Não é uma beleza esta placa descrevendo cada construção à sua frente?



segunda-feira, 13 de agosto de 2012

John Heartfield (Tate Modern)




John Heartfield foi o pseudônimo adotado por Helmut Hertzfeld (1891-1968), um artista plástico alemão militante do Partido Comunista que fez ótimos trabalhos satirizando o nazifascismo. A obra dele influenciou o trabalho do grupo musical esloveno Laibach, de que sou fã desde 1987. Um dos símbolos utilizados pelo Laibach é esta suástica de quatro machados que faz parte do encarte do álbum Opus Dei (1987).





















Tate Modern (2)








Todo museu com entrada gartuita pede uma doação de três ou quatro libras. Chamou-me a atenção a caixinha estilosa, coerente com a Tate Modern.















Este vídeo traz a construção do novo anexo da Tate Modern:



E este é didático:

Tate Modern Gallery


A Tate Modern Gallery é um museu mais ao meu gosto, você sente maior efusividade no acervo. Havia duas exposições de grande impacto junto ao público. A de Damien Hirst não é muito do meu interesse, eu pensei em ver a de Munch, mas achei £19 demais para o nosso câmbio. Para os europeus e estadunidenses fazia pouca diferença e deu fila. Fico feliz por eles, vinte libras não é nada lá.








É impressionante este espaço interno do museu, especulação imobiliária não manda muito em Londres.




Os mapas do museu são vendidos à uma libra, sem fiscalização. Seria um interessante objeto de pesquisa verificar o grau de honestidade do público, ver quantos realmente pagam ou levam o folheto sem deixar a moedinha. Mas eu tinha mais o que fazer, lógico.





Aqui dentro havia um guarda-chuva ou sombrinha com estampa de O grito, a mais conhecida pintura de Munch. Eu imagino que críticos de arte e sociólogos da cultura detestem este tipo de banalização, mas só não a comprei pelo preço (£45). Pão-duro, eu? Posso ter parentesco com o Tio Patinhas, mas você daria cerca de R$150,00 em uma sombrinha?! (Não precisa responder, rs...)