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Mostrando postagens com marcador Paddington. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Começando as filmagens...


Comprei uma câmera nova e comecei a fazer filmagens (foram duzentas, no total). Com um cartão de oito giga a gente não economiza dados. O triste é fazer o upload para o blog. Se eu mantenho o formato original, demora muito, se eu converto e comprimo os dados, a qualidade cai muito.

P.S. A solução foi colocar no Youtube...






Nós fomos duas vezes no Science Museum.Você vai ver por quê.



domingo, 29 de julho de 2012

Pela primeira vez em um pub.


Na esquina de minha rua há um pub, o Fountain's abbey. Perguntei à minha locadora se o estabelecimento era legal, ela me disse que nunca tinha ido lá e nos indicou outro a uns quinze minutos da rua. Eu, Matilde e Bárbara decidimos ir lá mesmo, perto de casa. Chegamos meio tarde (22h e 15 min) e eu não sabia que o pub iria fechar às onze. Fui até o balcão e expliquei que era a primeira vez que ia a um pub, que gostaria de uma cerveja tradicional, diferente das Lager (Pilsen e Premium) brasileiras. O garçon, um jovem inglês que estava começando a trabalhar lá, me explicou muito amavelmente o funcionamento do pub: você escolhe a cerveja, o tamanho (pint ou half pint, cerca de 560 e 300 ml, respectivamente), paga na hora, escolhe onde sentar e ninguém te pressiona a consumir mais. Pedi uma ale, a mais suave que tivesse, custava £1,82, paguei com duas libras e dei o troco para o atendente, que ficou vivamente agradecido.




O ambiente era muito agradável, como eu gostaria de ter um pub, de verdade, aqui em Juiz de Fora.






A ale é servida como um vinho branco, não é verdade que é "morna". O gosto aperta na boca, você estranha um pouco e bebe-se aos poucos. Não é diurética como as nossas, mas quando aperta, vem para valer.




Vinte para as onze uma atendente veio nos avisar que estava fechando. Há pubs que fecham somente às duas ou três da madrugada. Prometemo-nos que voltaríamos, mas como somente chegávamos em casa após as dez da noite, não valia a pena. Mas eu gostei demais da experiência.

Dica do Londres para principiantes: este site avalia os pubs no Reino Unido: http://fancyapint.com/. Deixei a minha opinião lá: http://fancyapint.com/Pub/london/fountains-abbey/1427



sábado, 28 de julho de 2012

O sol enganador.




Quase toda manhã o dia começava com este baita céu. Eu trocava de roupa, pegava o metrô para algum lugar, e quando saía da estação: tudo nublado com cara de chuva.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

quarta-feira, 25 de julho de 2012

"Twenty three... to... Westbourne Park!"


Andando pela margem do Tâmisa eu não encontrava nada de ponto de ônibus para os meus lados e estação de metrô. Sem poder contar com celular, por culpa da Tim, resolvi entrar na City, o bairro financeiro, e tratar de achar um ponto de ônibus, pois já estava fora de casa há doze horas e quando o cansaço vem, vem com força total, dor nos pés e na coluna.



Encontramos um ponto da linha 23, que percorre o centro até a Praed street, nossa rua. Entramos no ônibus quando já chovia, sem aviso, ela vai e volta. Chuva em Londres não te impede de curtir a cidade, como ocorre nos temporais de países tropicais como o nosso.







Londres à noite é muito bonita (eu sabia que as fotos ficariam ruins na minha pobre Sony fabricada em 2006), especialmente entre as 20 e 22 horas, quando lentamente vai escurecendo.





terça-feira, 24 de julho de 2012

Praed street, o apartamento e os primeiros contatos com Londres


Ficamos em um apartamento da Praed street que alugamos via Airbnb após semanas de pesquisa e indecisões. Pagamos cerca de £115 de custos totais por diária. A proximidade com a Paddington station foi crucial. A Praed street é repleta de opções de alimentação. Há barulho permanente do tráfego de veículos e pessoas, mas nada que te impeça de repousar após um dia inteiro de passeios. O apartamento apresentou um problema grave, a meu ver, que foram as cortinas claras, impróprias para escurecer o imóvel durante o período noturno. A locadora do imóvel, uma artista plástica russa,  revelou ser uma ótima pessoa, fez o que pôde para nos apoiar e minimizar os aborrecimentos. Mas blogar não é para afagos, eu acho que a relação custo/benefício não foi satisfatória.




Da sala do ap. dava para ver o hospital Saint Mary, uma cabine telefônica (box) e o ponto de ônibus.




Meu primeiro biscoito de chocolate, "orgulhoso de ser britânico", foi parar no meu orgulhoso estômago.




Aqui o (a) leitor(a) pode ter uma ideia dos preços de suprimentos básicos. Comprávamos no Sainsbury's (aberto até às 23h) ou no Tesco (nunca fecha). Mas a rede mais barateira é a Asda, bem longe de Paddington.




Nossa primeira volta de ônibus, já devidamente munidos com nossos Oyster Card. Sobre o Oyster Card, que eu tive que ler muito para entender a estória toda, vou resumir e dizer o que o(a) leitor(a) deve fazer:

1. Dirija-se ao caixa humano de qualquer estação de metrô e peça um Oyster Card (£5, retornáveis com a devolução do mesmo, ao final de sua viagem).

2. Ele vai exigir uma carga inicial. Minha sugestão é: por um dia (£7), se você for ficar de um a três dias, renovando-os (top up) a cada dia nos caixas automáticos; por uma semana (season ticket seven day) por £29,20, tudo isto para zonas 1-2, a menos que você queira ir de metrô à região olímpica, ao shopping Westfield Stratford, ao museu da RAF, etc., que ficam nas zonas 3 e 4. Os ônibus não são limitados à região alguma. Se você tiver certeza de que vai andar pouquíssimo de ônibus ou metrô (duvido) pode usar o Top pay as you go que é semelhante a um cartão pré-pago de celular, mas observe que pagará £1,35 por cada viagem de ônibus e £2 por metrô entre 9h e 30 min e 16h e 30min (off peak) e £2,70 nos demais horários. Há mais ponderações a fazer, para quatro dias eu preferi renovar com mais uma carga semanal e não ter que me preocupar com cálculos.

3. Você pode escolher o início da validade, mas confira o bilhete, nós tomamos o prejuízo de um dia por erro do bilheteiro.



Andar de ônibus em Londres é muito prazeiroso, são quase todos de dois andares, nunca os pegamos cheios, sempre andamos sentados, no andar superior, nas primeiras poltronas, há câmeras de segurança, e uma bela voz avisa sobre o trajeto. As linhas 23 e 7 que utilizávamos para o centro passavam a cada um ou dois minutos, nunca esperamos mais de cinco minutos para pegar um busum para o centro. Era uma delícia ouvir a moça falando: "Twenty-three, to Westbourne Park. The next station is Sussex Gardens", rs...


 A nossa rua, Praed street, já estou com saudade.




Estação de Paddington



Assim que chegamos no Heathrow liguei para a locadora do apartamento que alugamos em Paddington. Liguei? Não, por que o roaming internacional da Tim, mais uma vez, não funcionou. Vou dedicar um post especialmente para este tópico, mais tarde. Fiquei preocupadíssimo por não conseguir falar com a senhoria, mas toquei o barco. Custou-me encontrar o terminal do Heathrow Express, o trem que liga o terminal 5 à estação de Paddington em apenas quinze minutos. Pedi informações aos ingleses, mas, ao contrário dos brasileiros, eles não indicam com a mesma clareza com que nós, não aguardam para ver se você realmente entendeu, eles pensam que todos entendem inglês logo de cara. Zanzamos uns dez minutos, já deu para ver a imensidão do terminal, mas encontrei o caminho. Uma funcionária da empresa nos ofereceu os tickets (£19 cada), paguei com cartão travel e não foi preciso digitar senha e nem assinar nada (perigoso), eu não quis comprar antecipadamente o ticket da volta, mesmo com desconto. Mas vale a pena porque é válido por três semanas. O trem parte a cada quinze minutos, o assistente aparece apenas para carimbar os tickets, não ajuda com as malas. O trem é confortável, quase luxuoso, mas eu não curti a viagem porque tentava desesperadamente falar com a proprietária do imóvel. Sem falar que não dormi nada na viagem. Assim como em Paris, o meu primeiro dia foi difícil.

O Heathrow fica dentro de Londres, em Hounslow (zona 6), mas eu achei que estava em Londres somente quando dei de cara com a estação de Paddington, é de babar.


Em Paris há quatro estações, todas bonitas, mas a Paddington me envolveu, assim que chegamos me acalmei e pensei, eu poderia passar uma tarde inteira aqui.



A primeira coisa que vem à mente é Harry Porter.


Guia informativo no solo da estação .



Informação e check in de voos.






Até o McDonalds é bonito. A estação de Paddington tem mercado (Sainsbury's), farmácia, M&S food, Bagel, souvenirs, champagne bar e você ganha barrinhas de cereal. De lá saem trens suburbanos e para o interior da Grã Bretanha. Gente correndo o tempo todo.


De lá há dezenas de táxis, não há qualquer dificuldade em pegar um.



Bakerloo, Circle, District e Hammersmith são linhas cruciais de metrô.


Você pode trocar euros e dólares por libras em caixas automáticos em Paddington, que anunciam 0% de comissão, mas não sei se é fato.