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sábado, 29 de julho de 2017

O aeroporto internacional de Cape Town



O aeroporto internacional de Cape Town é gigantesco perto da rodoviária de Luanda, mas é um aeroporto de porte médio,menor que qualquer um que eu tenha ido na Europa e bem menor do que o Galeão. 

É muito fácil localizar-nos nele. Deixei para tirar fotos e filmagens na volta quando se tem mais tempo. 

Pode-se informar a seu respeito:

a) é bem sinalizado, do corredor a que o avião dá acesso vai-se direto para o controle de passaporte, pegamos pouquíssima fila, é ágil, pediram o passaporte (não pediram o CIV contra Febre Amarela). 

b) Em seguida vem a recolha da bagagem, já estavam lá as malas e bem em frente fiz câmbio na American Express (recebi 12,04 zar por dólar, não é uma cotação ruim) e daqui de em diante constatei: sem inglês não há salvação, mas entender o inglês dos zulus, xhosas e outras etnias africanas foi um aprendizado constante.

c) Assim que entrei na área comercial um jovem veio nos seguindo e oferecendo táxi "alternativo" por 350 zar. Ele era muito simpático, nos ajudou a encontrar a loja da Vodacom, com as malas, foi bom para me habituar com outro continente e país. Acabei cedendo.

d) Comprei chip da Vodacom com 1 giga de dados por 219 zar, acho, pode ter sido mais, eu estava exausto. Comprei acreditando valer por um mês, mas na verdade vale por duas semanas, uma delas "gratuita" (só rindo mesmo).

e) Se você tiver no controle da situação, descansado, com Uber configurado, vá de uber mesmo, não chega a 200 zar até o centro. Há a opção de Mycitibus, por uns 70 zar (comprando o cartão e mais o percurso do aeroporto que é mais caro que o normal), mas isto pode passar de uma hora, fora o transtorno de mala pesada).



sexta-feira, 19 de julho de 2013

No aeroporto da Portela.


Viajamos neste avião. O voo chegou com um pequeno atraso. O aeroporto da Portela não é gigantesco, mas é muito funcional. Anda-se em um longo corredor bem sinalizado até o Controle de Passaportes. O policial apenas perguntou: vocês chegaram no voo do Rio? e mais nada.







Minha primeira providência foi comprar um chip local para não depender do roaming internacional da minha operadora brasileira. Por 15 euros eu tive direito a ligações gratuitas para outros números da mesma operadora e ligações para o Brasil a sete cêntimos de euro o minuto.

Decidimos ir para o apartamento de táxi. O meu senhorio avisou que a corrida ficaria em torno de quinze euros. Ficou em onze e cinquenta e arredondei para treze, como gorjeta. O motorista foi bem simpático e foi nosso primeiro contato com lisboetas. Andando de táxi confirmei a impressão de que Lisboa é muito bonita. Acompanhando aqui você vai ver como.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Do aeroporto ao apartamento: táxi ou RER B3?



Passado o controle policial fomos pegar as malas, as quais chegaram em menos de dez minutos. Esta é uma das vantagens do voo direto: não há riscos de extravio porque a mala não sai andando por aí. Perguntei a um policial se era tudo, ainda não havia caído a ficha de que bastava exibir o passaporte. Foi o primeiro teste com o meu francês razoável, e ele, muito simpático, perguntou-me onde havia estudado a sua língua. Pequenos fatos assim lhe dão confiança, afinal de contas não viajamos por agências turísticas e sou o único da família que fala francês, ainda que sem muita prática. O policial me indicou duas opções: ir para a esquerda e pegar um táxi, ou ir para a direita e pegar um trem, o RER B3, com destino ao Châtelet Les Halles. Comparativamente:

a) táxi: vantagens: conforto, viajar sentado, descer diretamente no destino, ajuda com as malas; desvantagens: o valor, de 50 a 60 euros (120 a 145 reais) e o tempo: 50 min devido a engarrafamentos (sempre) na autoroute A1.

b) trem: vantagens: tempo (30 min até a estação Châtelet Les Halles - Le Marais/Beaubourg, 4ème) e custo (9 euros = 22 reais); desvantagens: ter que aprender a utilizar as maquininhas de ticket, assim, logo de cara, vagões cheios, descer em uma estação e andar a pé com malas em uma cidade que você não conhece, ter que localizar a sua rua, enfrentar a chuva.

Antes de optar pelo táxi resolvi adquirir um cartão local para ligar para o locador do apartamento que aluguei, conforme combinado contratualmente. Dirigi-me a uma lanchonete e pedi:

- Bon jour, mademoiselle! Je voudrais une télécarte pour le cabinet téléphonique. Combien ce coute ça?
- septeurosetquaranteetcinq...
- Pardon?

Ela fez uma expressão de enfado e repetiu da mesma forma rápida e embolada. Dei-lhe dez euros e aguardei o troco. Em diversas situações o melhor é dar mais e esperar. Funciona bem. Ça marche.

O cartão é este aqui:


Custa 7,50 e = 18 reais e lhe dá 5,50 min para o Brasil e uns 150 min em ligações locais. Não consegui usá-lo, dado o meu cansaço e ansiedade, em um primeiro momento. Há um código nele, mas para o celular. Quando você o utiliza em uma cabine a sequência é esta:

a) Rachochez vous SVP (basta aguardar)
b) Patientez vous SVP (continue aguardando)
c) a voz pede que você disque 1 para francês ou 2 para inglês
d) digite os dez números para a cidade de Paris (06) para celulares ou (01) para fixos, entre outros.
e) você disca e ela te informa o total de euros e os minutos correspondentes, ao início e ao final da ligação.

Optei por utilizar o roaming internacional da Tim (fuja disto, falo mais adiante) e consegui falar em francês, numa boa, com o locador.

Optamos pelo táxi, e foi moleza achar um, há agentes do aeroporto que lhe facilitam a indicação. Era da companhia G7, a mais careira, mas eu estava louco para ir para o apartamento. O veículo era um Passat alemão, dirigido por um jovem do Magreb (norte muçulmano da África: Marrocos, Argélia, Tunísia, Líbia e Egito) muito educado e com francês perfeito e algum inglês. Pegamos enorme engarrafamento, não parava de chover, o traslado levou quase uma hora e custou 60,30 e. e o chofer arredondou para baixo (=145 reais).

Quando o táxi passou por esta imagem o meu coração sentiu o tipo de civilização em que nos encontrávamos:


E foi só o começo.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Vou de ônibus, metrô, táxi ou van?



Se não fosse pelo cansaço extremo e pela bagagem, que além de pesada pode ser um convite para assaltantes, penso que gostaria de percorrer o trajeto  do aeroporto até o local de hospedagem por meio de ônibus, para já começar aproveitando a paisagem urbana. No entanto, apenas li relatos no sentido de que a solução é mesmo ir de táxis.

Inicialmente, alguns lembretes:

a) entrou no táxi, deu uma voltinha até o quarteirão e mudou de ideia: vai pagar uns oito euros;
b) quarto passageiro paga extra;
c) se o motorista levar bagagens vai cobrar um euro a mais da segunda mala ou recipiente em diante;
d) se reservar antecipadamente o motorista vai cobrar o tempo de espera e o trabalho de te buscar com plaquinha no aeroporto; pode colocar aí mais uns trinta euros;
e) você pode calcular o valor neste site: http://www.worldtaximeter.com/
f) há hotéis que oferecem táxi para o aeroporto por um preço inferior, é bom checar na recepção. 
g) A conduta dos motoristas de táxi é bem variável, como qualquer lugar, ao que parece. Os portugueses e brasileiros são os mais elogiados.


Uma simulação de cálculo, entre o aeroporto Charles de Gaulle e o centro do centro da capital parisiense (Châtelet Les Halles, 1ème arr., próximo ao Louvre):

Distance: 30.47 km. | Duration: 43 min.

jump in the taxi2.20 €
30.47 km. x 0.91 € per km27.73 €
waiting in traffic (~16 min.)7.87 €
Total37.81 €



Trinta quilômetros de percurso, em torno de quarenta e cinco minutos, por quase trinta e oito euros (mais de noventa reais no euro "turismo" de ontem). É aconselhável arrendondar para cinquenta euros (cento e vinte e dois reais) devido ao trânsito engarrafado de la cité.

Mas há também o serviço de vans, individuais ou compartilhadas. Passageiro sozinho em van compartilhada paga de 25 a 27 euros. A van privativa aproxima-se de setenta euros, do contrário os táxis estariam quebrados. Veja as detalhadas tabelas:

http://www.paris-blue-airport-shuttle.fr/prices_navette_shuttle.php

Por metrô custa em torno de 8,50 euros. Por ônibus Air France 18,50 euros e só até o Arco do Triunfo. De lá outro taxi até Notre Dame (4.ème), por exemplo, mais uns dez euros.

Por ônibus (mais de oito euros, ou cartão Paris Visit) você pega o Roissy Bus, mas vai do Charles De Gaulle somente ao Opera (9ème), que é próximo ao centro mas é necessário pegar outra linha. Para o Marais é necessário pegar a linha 20, descer e pegar metrô ou ir a pé até mais próximo ao rio Sena. Achei bem cansativo:

http://www.ratp.fr/plan-interactif/cartebus.php

Acho que a melhor opção é o táxi.