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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Fotos de Amanda Dias


Hôtel de Ville.



Vendo a Espanha de cima.



Charles de Gaulle.



Marais.






5ème.



Notre Dame.



Place du Carroussel.



Trocadéro.



As portas da felicidade.



Orsay.



Sacre Coeur.


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Andando pela madrugada.








Fiquei impressionado com a noite segura e tranquila, ao final de contas, em que passamos pela Gare de Lyon, Ópera Garnier, Gare Saint Lazare, Eiffel e de volta a Roosevelt para pegar a linha 1 do metrô em direção a Châtelet. Eu precisaria de uma câmera mais sofisticada e um tripé, pelo menos, para que estas fotos ficassem boas, mas vou publicá-las assim mesmo. A torre Eiffel até que deu um (d)efeitinho legal.






Esta foi a noite em que tivemos oportunidade de correr risco. Eu queria ver a Ponte Alexandre III (8ème) à noite, mas saímos muito tarde do ap. devido à um telefonema de casa em que estiquei muito a conversa. Fomos para a Gare de Lyon (12ème) pegar um ônibus que tangenciaria o Sena até onde eu pretendia chegar. Na estação dois funcionários me informaram equivocadamente o local correto do ponto de ônibus. Depois de procurar por uns quinze minutos encontramos o dito cujo mas ele sairia apenas dali à quarenta e cinco minutos (já eram 23h e 45 min). Optei por pegar outro que sairia logo em seguida, mas em direção à Ópera (9ème). De lá pretendia ir a pé até o Sena. O motorista perguntou, muito gentilmente, o que pretendíamos fazer, expliquei-lhe que queríamos ver a Torre Eiffel e a tal ponte do melhor ângulo. Fomos parar lá na Gare Saint Lazare e depois pegamos outro ônibus, mas ficamos cada vez mais distantes de casa. Descemos no 15ème e eu errei a ponte. Pedi ajuda à uma francesa que me indicou o caminho correto. Esta hora já eram quase uma da manhã e eu só queria saber de pegar um metrô logo de volta para casa, pois as linhas se encerrram às 01h e 20min. Na estação Roosevelt o metrô estava entupido de jovens de todas as etnias. Embora fôssemos um dos poucos "adultos" do vagão ninguém nos provocou ou encarou. Senti um certo medo, ainda assim. Mas descemos em Châtelet, subimos a Beaubourg a pé e chegamos em casa à 01h e 40min. Ainda havia famílias com crianças na rua pelo Marais. E a ponte, que é bonita à noite, mas não chega a ser maravilhosa, você a verá com detalhes mais á frente.


Trocadéro (16ème) e Eiffel (7ème) (2)




























terça-feira, 2 de agosto de 2011

Trocadéro (16ème) e Eiffel (7ème)


Há outras vistas comparáveis ao cume da Torre Eiffel: Notre Dame, Beaubourg, Sacre Coeur e a torre de Montparnasse.


Esta é a praça do Trocadéro e o Museu das Ciências do Homem. Juntamente com Notre Dame, Louvre e Montmartre é a região de maior número de turistas de Paris.






Passamos pela Eiffel em uma noite, com ela toda iluminada, é muito bonita, mas não chega a ser deslumbrante como nas propagandas turísticas.






Eu fiquei com pena dos muitos africanos que têm que sobreviver desta forma. Eles não tinham um ar agressivo ou malandro. Um senegalês que viveu em Angola perguntou a nossa nacionalidade à minha namorada, e diante da resposta ele disse: "Brasil? Lulá? Non, agórra é Dilmá, n'est ce pas?!". Lógico que você não pode deixar o seu coração abrir demais, você pode se distrair enquanto dá atenção e outro te abordar por trás lentamente, pois a praça é muito muvucada.


Enquanto passávamos por este jardim uma adolescente estrangeira, falando francês, tentou aplicar o golpe do anel na minha namorada. Eu estava mais à frente e só vi ela insistindo que a minha namorada havia perdido o anel. Ela recusou com firmeza e a menina foi procurar outros ingênuos. Este golpe é manjadíssimo: a vítima acredita que o anel é verdadeiro, fica agradecida, vai abrir a bolsa para dar um trocado à menor infratora e adeus carteira.


Aqui há dezenas de vendedores de torrinhas, eu não sei como eles conseguem ter algum lucro com tanta concorrência, a 1e a menor delas. Para variar, quem lhes dá mais atenção são os estadunidenses e japoneses. Aqui em Eiffel eu vi um grande número de italianos e espanhóis, ao contrário de outros lugares.


Não subimos a torre, era fila para mais de duas horas e começou a chover. O ingresso para o sommet (cume) custa 13,40e=R$34. Comprar pela internet vai lhe poupar de ficar mais de duas horas na fila, mas você ficarápelomenos uma hora, de qualquer modo. Disseram-me que quem passeia de bâteau mouche pode furar a fila. As filas são menores bem cedo,chegando antes das oito horas e após as 21 horas. Aberta todos os dias de 9h à meia noite no verão.


terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O benefício da dúvida


Eu gosto muito de perguntar aos outros sobre suas viagens. Já que não podia prever mesmo quando iria viajar pensava em ao menos compartilhar a descrição do prazer alheio. Mas o turismo fast-food que é opção de tantos: ver o papa em Roma, touradas em Madri e outras tipicidades me entedia um pouco. É compreensível mas é entediante. Sendo assim, não tinha muita vontade de subir na Torre Eiffel. Mas aí eu vi esta foto:


Mudei de opinião. Mesmo poluída a cidade é linda desta altura. Em maio a torre estará aberta entre 09h e 24h. As filas começam a se formar por volta das oito horas da manhã, ou antes. Aberta todos os dias do ano para visitação, um adulto maior de 24 anos paga 4,50 euros, subindo de escada ao segundo piso da torre, onde há restaurantes. Também até o segundo piso, por elevador: 8,10 euros. Mas se você quiser ter esta vista, somente por meio de elevador ao sommet: 13,10 euros. Preços sofrerão reajuste em 01.ª de abril corrente. Os bilhetes podem ser adquiridos antecipadamente pela net, mas parece que não traz maiores benefícios, pois se enfrenta longas filas da mesma forma.