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segunda-feira, 4 de junho de 2018

Almoço tunisiano-marroquino













Procurando onde almoçar nas ruas próximas da Champs-Elysées deparei com uma fila diante de um restaurante de comida mediterrânica. Olhei o menu no teto e havia cous-cous vegetariano. Não tive dúvidas. Paguei 7,90€ (com bebida) e fiquei muito satisfeito. O Graine fica em 40 rue de Berri, abre de segunda à sexta entre 12 e 15h para almoço,também abre mais à noite.

sábado, 24 de março de 2018

Um restaurante hindu em frente ao meu prédio.












Não é usual alguém falar sobre restaurantes em que nao fez refeições, mas como eu tirei muitas fotos dos preços do menu do restaurante hindu Al Punjab em frente ao meu apartamento resolvi fazer um post. Nunca vi cliente algum por lá, o que meu caso é até um incentivo para tentar o restaurante, sabendo que serei bem e rapidamente atendido e servido. Mas como o restaurante estava sempre por lá acabei não indo noite alguma o que é uma pena.

quarta-feira, 7 de março de 2018

The Food Lover's Market.






Food Lover's do Icon Building


O Food Lover's é a referência padrão da comida a quilo na Cidade do Cabo (também servem breakfast, entre 7 e 11 horas). Com três estabelecimentos no centro da capital sul-africana, oferece três ou quatro mesas de pratos quentes e frios e larga oferta de bebidas (fora muitas frutas e doces). Almoço entre 11 e 16 horas, mas não estou certo (110ZAR o quilo, à época). Dá muito movimento e fecha aos domingos. É a primeira e segunda opção em matéria de almoço prático, saboroso, variado e barato.

sábado, 12 de agosto de 2017

Eastern Food Bazaar










O Eastern Food Bazaar é um longo restaurante de dois andares com duas entradas (Darling e Longmarket streets) aberto todos os dias entre 9 e 22 horas. Possui sete opções de gastronomia (chinesa, manchu, turca, hindu "genérica", Madras, Bombaim e Punjab). Aqui come-se fartamente, com muito sabor (cuidado com a pimenta!), e por um preço muito sedutor para brasileiros. O padrão é um prato com três ítens entre 40 e 50 zar. Por diversas vezes pedimos um único prato para nós dois e era mais do que suficiente. É um restaurante popular, mas que atende todo perfil de público. Há três filas de caixas e depois basta dirigir-se até o painel correspondente ao que se quer. Há muitas mesas no segundo andar. O caixa sempre pergunta "eat in" ou ""take away". Não há cobrança de extras. Gasto médio por pessoa 50 rands.




quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Long street e Kloof street.


Esta é a Casa Aberta, ela é um símbolo da nova democracia sul-africana com o fim da apartheid. Em frente há uma mesquita com uma entrada para mulheres diferenciada. Pode parecer meramente uma questão cultural, mas não pude deixar de constatar o paradoxo.





A Long street é a mais famosa das ruas da Cidade do Cabo, passamos por ela algumas vezes. Francamente, não vi nada de mais, ou, pelo menos, não me impressionou tanto. Acho inclusive que tem que ser meio maluco para passear por lá durante a noite.







Gostei bem mais da Kloof street, no ótimo bairro de Gardens, uma rua que é quase uma continuação da Long street. Bem mais discreta, quase nada turística, dá o tom exato de como é viver na parte seleta da Cidade do Cabo,mas no seu "interior",longe da orla marítima.








Não gostei do sistema de sinalização da Cidade do Cabo (idêntico ao de São Paulo, segundo me disseram). O sinal verde para o pedestre dura entre três e cinco segundos, depois começa a piscar o vermelho, e depois fica o vermelho estável para pedestres e veículos por uns trinta segundos. É inseguro e estimula insensatez da parte de ambos.




 Em outro dia fui ao pub Dubliner, o que foi engraçado em um aspecto.





É no mínimo paradoxal, também, que o restaurante onívoro mais exótico da Cidade do Cabo tenha opções vegetarianas, mas, vá lá, menos mal.


sábado, 16 de novembro de 2013

Almoçando com amigos em Lisboa

O casal de amigos juiz-foranos que mora em Coimbra foi nos visitar no fim-de-semana em Lisboa. Resolvemos almoçar na rua dos Correeiros, na Baixa. Um garçom de Bangladesh nos identificou como brasileiros, nos mostrou o cardápio e decidimos pela cantina italiana. Os garçons falavam italiano e um inglês mediano (assim como arranhavam espanhol) mas não falavam português, algo que eu nunca tinha visto e me faz pensar como os portugueses são tolerantes a quem não fala o seu idioma mesmo vivendo em seu país.




As cervejas portuguesas são muito semelhantes às brasileiras.


A Matilde pediu este macarrão



E eu fiquei com esta pizza de marguerita. O gasto médio pessoal ficou em torno de 10€.


quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Passeando em Montmartre (18ème)


Em Montmartre nós tivemos oportunidade de testar duas coisas muito faladas pelos turistas e blogs. O perigo de se andar em Montmartre e mal atendimento dos garçons, fenômeno que já rendeu uma matéria recente no Le Figaro.


Subindo a escadaria de Montmartre um simpático paulista residente no Rio nos alertou que todos os garçons parisienses atendem mal e que por isto jamais lhes dava gorjetas. Eu lhe disse: mesmo porque a gorjeta de 15% já está incluída na conta.


Embora um tanto abarrotado, passear em Montmartre foi muito prazeiroso, o bairro é bem legal, me deu vontade de hospedar lá da próxima vez. Não achei o ambiente mais perigoso do que a Torre Eiffel ou a Notre Dame. Bebidas nas lanchonetes em torno de dois euros, mais barato do que nos arrds. centrais.


Logo que a rua começa surgem os desenhistas oferecendo os portraits. Vi um senhor oferecer um retrato a um casal português inicialmente por cinquenta euros, ele foi reduzindo a cada cinco euros, escrevendo no cantinho inferior da folha, e o negócio foi fechado a 35e=R$85. Na pracinha mais à frente onde a maioria deles estavam situados o preço mais comum era de 25e (20e para estudantes). Minha filha me falou que estudantes de Artes e Design das universidades o fazem por muito menos se alguém assim o quiser.











Os restaurantes, lanchonetes e creperies estavam lotados de pessoas e os lugares nas calçadas eram bem disputados. Resolvemos sentar em uma mesa na calçada de uma pizzaria que acabara de liberar e um garçom já chegou meio irritado dizendo que só poderíamos sentar se fôssemos apenas beber. Pedi, então, uma mesa no interior do restaurante, e enquanto aguardava a providência do funcionário, um garçom jovem carregando uma bandeja com uns oito pratos falou em voz alta: "chaux, chaux, chaux, chaux...". Eu nunca vi tamanha grosseria ser praticada por um garçom brasileiro, nem comigo e nem com ninguém. Eu deveria ter saído e procurado outro restaurante, mas é impressionante como ficamos sem ação diante do inesperado. Lá foi a única vez que almoçamos em restaurante propriamente dito: três pizzas e três refrigerantes, mais quinze por cento de gorjeta perfizeram o total aproximado de 55e=R$130. Eu penso que pagar caro em restaurantes não é indício de sucesso profissional, está mais próximo de um gasto desnecessário. O tratamento nas lanchonetes é muito mais educado do que nos restaurantes parisienses.










Quando estávamos aqui aguardando o Montmartrebus comentei que achava esta rua semelhante à Petrópolis. Minha namorada e minha filha riram de mim, rs...