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quarta-feira, 13 de junho de 2018

Passeando à noite (Montmartre e Pigalle)


 Sacre Coeur














O café da Amélie Poulain.





Mesmo com frio de cinco ou seis graus e chuvinha, não dá para ficar em casa em uma cidade como Paris. Peguei o metrô e resolvi retornar à Montmartre, talvez o bairro mais interessante da capital francesa. Subindo em direção à Sacre Couer duas jovens russas com ar sedutor me fizeram umas perguntas estranhas sobre localização de ruas que elas poderiam muito bem resolver consultando o Google Maps. Não dei atenção e já tinha lido sobre golpe com garotas de programas do leste europeu atuando nesta região boêmia. Na praça diante do Moulin Rouge, em  Pigalle, havia jovens oferecendo haxixe abertamente. Mas não me senti ameaçado em nenhum momento.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Pigalle (18ème)


De Montmartre resolvemos ir até Pigalle, em função do Moulin Rouge, mas fomos de ônibus porque assim podemos ver um pouco mais do bairro. De Montmatrobus chegamos em dez minutos.


Eu não sabia que a avenida estaria repleta de sex-shops, mas durante o período diurno é tudo tão natural que as famílias parecem estar acostumadas com a paisagem. Um atendente de trailer de sanduíches olhou pra nós e disse: Bon giorno!. Eu respondi: Bon giorno!. Era a segunda vez que presumiam que éramos italianos.








Quando eu avistei o Moulin Rouge falei com a minha namorada: Olha lá o moinho. Um tiozinho de meia-idade, não sei de que nacionalidade (não era nem francês e nem brasileiro) me remedou e disse à esposa: "Mouinho, hahahahaha". Fiquei curioso se "moinho" é um palavrão em alguma língua ou se tratava apenas de um simpático casal de babacas. Não voltei para perguntar.


Menus a partir de 150e=R$350. Entrada sem consumação: 90e=R$210.