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sexta-feira, 29 de julho de 2011

Quartier Latin (5ème) (2)






O Quartier Latin tem dezenas destas ruas medievais e calçadões.








Não sei nada sobre esta fonte. Em Paris você se surpreende a cada rua e sai fotografando.






Esta livraria fazia uma superliquidação com milhares de livros a ótimos preços. Tamanha fartura não nos pressiona a sair comprando logo de imediato. Eu preferia passear pela cidade ao invés de ficar muito tempo em lojas.


Quartier Latin (5e)






Atravessando o cena no sentido norte-sul chegamos à Rive Gauche (margem esquerda) famosa pelas manifestações de maio de 1968 e pela Sorbonne (Paris I) - na verdade, a revolta estudantil começou em Paris X, Nanterre, que fica fora de Paris, mas isto é outra conversa.









É mais habitual em Paris lanchar fora de hora do que propriamente almoçar. E os lanches lá são reforçados. Esta rua estava repleta de restaurantes gregos, italianos e de comida árabe. Você pode observar que um prato tradicional, acrescido de uma bebida em torno de dois euros e mais a gorjeta incluída de quinze por cento fica em torno de dez euros (vinte e quatro reais). Nós optamos por fazer um déjeuner em uma lanchonete de um muito educado jovem do Magreb (já expliquei o que é, rs...): um escandaloso sanduíche Falafel (vegetariano à base de grão bico) com temperos à vontade, uma porção generosa de batata frita condimentada (uma delícia) e refrigerante pelo total de 7,70e=R$18. Há opções de lanches e refeições para muitos paladares e bolsos. Em termos gastronômicos Paris é uma cidade cara somente se você o desejar.








É um clichê, mas é preciso dizê-lo: come-se incrivelmente bem nesta cidade.


Notre Dame











Fila de duas horas para subir na Notre Dame. Não quis encarar.









 Idealização de Vercingetórix, líder derrotado da resistência gaulesa a Júlio César. Estes lutecianos são uns neuróticos.


As proximidades do Sena são chamadas de quais.

Bebedor anarquista.


Turistas chineses em grupo.


Cuidado com o golpe: adolescentes te pedem para assinar um abaixo-assinado em defesa dos direitos dos deficientes auditivos. Você assina e eles, em seguida, te exigem uma doação de no mínimo cinco euros. Como são pessoas aparentemente surdas-mudas você fica sensibilizado. Eu assinei em Montmartre, mas não dei nenhum valor. Referendos a projetos de lei não exigem contribuição financeira e mesmo assim, o apoio de estrangeiros é irrelevante para a formação da convicção parlamentar. Os estadunidenses davam de 15 a 20 euros com facilidade. Diga: "Non, je ne veux pas!", com firmeza.





Este museu tem por tema a Paris gaulesa e romana (Lutécia). Não fomos. Fica para a próxima, com certeza.


Placa homenageando a defesa até a morte pelo Conde Eudes e outros cavaleiros contra a invasão normanda (viking), em 886.



Não quis andar de bateau mouche, lá de baixo pouco se vê.

O Sena nas proximidades de Notre Dame e Hôtel de Ville.



A praia no Sena. Só não teve sol (nunca por mais de duas horas ao dia).






Sempre nublado e um pouco de sol e chuva por dia. Mas você não sente frio como aqui. É seco, faz dez graus e você não precisa de luvas.




Quem se arrisca a uma praia destas? Apenas alguns parisienses.






American way of touring. 16e=R$39.

Hôtel de Ville e Rue Rivoli (4ème)

O hôtel de Ville é o principal edifício da administração municipal desde meados do século XIV.






A sua praça abrigou por estes dias um festival de música pop promovido pela Fnac e atualmente exibe a mostra "Paris pelos impressionistas".








Rue de Rivoli é o principal boulevard do Marais e tangencia o Hôtel de Ville. Destaque para a BHV com seis andares.

 











Fotógrafa competente em ação.