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domingo, 7 de agosto de 2011

La Défense (Puteaux)



Da estação do Arco do Triunfo fomos para La Défense/Grande Arché, no fim da linha 1, em Puteaux, para além dos limites de Paris.










Esta massa de concreto e vidros, ao contrário de qualquer imagem de centro financeiro e industrial possa remeter, é equilibrada com um grande espaço, em um domingo com sol, de férias, em uma cidade fantástica, sentei-me nas escadarias do Grande Arco (mais à frente) e senti um grande bem-estar.







Arco do Triunfo (16ème) e Tour de France.


De Montmartre fomos para a praça Charles de Gaulle Étoile, por meio da linha 2 do metrô. A Avenida Champs Elysées com o Arco do Triunfo estava bem cheia devido à chegada dos ciclistas da Tour de France. Não dá para ver grande coisa, apenas os carros trazendo as bicicletas no suporte de teto.












Há muitas motos em Paris, e estes triciclos com duas rodas dianteiras é o preferido dos engravatados jovens.






Você chega ao Arco do Triunfo por debaixo da praça, é muito difícil cruzar a avenida a pé.







Queríamos ir de ônibus até La Défense (Puteaux), o centro financeiro fora dos limites de Paris, com sua arquitetura ultra-moderna, mas a linha de ônibus (73) estava interrompida em função da Tour de France.

Periferia em Paris (12ème)





A periferia em Paris não possui favelas e nem é feia como a de Nova York, por exemplo. No 12ème eu vi uma placa que dizia "fim da área turística". Aqui são comuns os prédios residenciais construídos nos últimos cinquenta anos, com muitos apartamentos e garagens, algo que não há nos prédios centenários do Marais, por exemplo. Não vi em nenhum dos 18 arrondissements pelos quais passamos as mal-afamadas residências de imigrantes, é possível que elas se encontrem nas cidades periféricas.


Restaurante universitário. Qualquer estudante universitário de qualquer país pode lá almoçar por 3,50e=R$8,30, fazendo um cadastro na Cité International Universitaire de Paris (14ème).

sábado, 6 de agosto de 2011

Promenade Plantée/Avenida Daumesnil(12ème) (2)















Este gramado é impecável.







A minha vontade era percorrer todo o passeio. Mas começava a chover e havíamos combinado de encontrar com todos. Fica para a próxima.


Promenade Plantée/Viaduc des Arcs/Avenida Daumesnil (12ème)








Chegando à praça da Bastilha (4ème) eu quis procurar pela Promenade Plantée. Pedimos informações por perto mas ninguém sabia do que se tratava. Metade de nós preferimos ir para os Jardins de Luxemburgo (6ème), mas eu queria mesmo encontrar a linha férrea desativada que havia sido urbanizada como "passeio plantado", acima do viaduto com mais de sessenta ateliers em forma de arcos.


Descendo por uma avenida rente à Ópera Nacional topamos com a Avenida Daumesnil onde ambos se situam.








É um caminho de 4,5 km, utilizado como via, local de descanso e de prática de caminhadas e cooper.











sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Pigalle (18ème)


De Montmartre resolvemos ir até Pigalle, em função do Moulin Rouge, mas fomos de ônibus porque assim podemos ver um pouco mais do bairro. De Montmatrobus chegamos em dez minutos.


Eu não sabia que a avenida estaria repleta de sex-shops, mas durante o período diurno é tudo tão natural que as famílias parecem estar acostumadas com a paisagem. Um atendente de trailer de sanduíches olhou pra nós e disse: Bon giorno!. Eu respondi: Bon giorno!. Era a segunda vez que presumiam que éramos italianos.








Quando eu avistei o Moulin Rouge falei com a minha namorada: Olha lá o moinho. Um tiozinho de meia-idade, não sei de que nacionalidade (não era nem francês e nem brasileiro) me remedou e disse à esposa: "Mouinho, hahahahaha". Fiquei curioso se "moinho" é um palavrão em alguma língua ou se tratava apenas de um simpático casal de babacas. Não voltei para perguntar.


Menus a partir de 150e=R$350. Entrada sem consumação: 90e=R$210.