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sexta-feira, 19 de julho de 2013

Passeando pelo Bairro Alto


Chegamos em uma sexta-feira com temperatura máxima de 39.°C (no dia seguinte fez 40°C, inclusive no norte do país). Embora obviamente seja muito calor, não é estafante como no Brasil, não há tanta umidade, em casa estava fresco, nem precisei de ventilador para dormir.


Já era por volta de 20h e 30min quando passamos por aí, devia estar uns trinta graus, este termômetro claramente estava avariado.



A Assembleia da República, o parlamento português. Portugal está passando por séria crise política, com votos de censura contra o governo e divisão interna em sua coalizão. A oposição fez algumas passeatas, mas nada que se compare às do Brasil atual.















Vai vendo aí.



A garrafinha d'água de 330 ml custa apenas 0,10 €. A de cinco litros custa apena 0,42 €.

Passeando pelo Bairro Alto


É muito fácil andar em Lisboa. Basta levar um mapinha e/ou confiar no seguinte princípio: para baixo sempre leva à Baixa, onde ficamos. Então, não havia erro.



Lisboa é repleta de pichações, inclusive em monumentos históricos. Uma lástima.





Este é um dos três elevadores que ligam a Baixa à Alta. O passeio custa 3,60 euros e é muito curto. Somente vale a pena se você já estiver com o carregamento 24h da Carris/Metro por seis euros. Mais tarde eu explico o sistema de transporte lisboeta. Mas os turistas europeus adoram os funiculares.


 Jardim São Pedro de Alcântara (Bairro Alto)








Férias são fundamentais para uma vida digna.

Em menos de meia hora já estávamos encantados com Lisboa.


Deixamos as nossas malas no apartamento da Baixa e estávamos a fim de dar uma volta mesmo após dez horas de voo sem dormir. Em questão de minutos já ficamos impressionados com Lisboa, que cidade! Eu não quis levar a minha câmera logo de imediato mas não resisti a fotografar com o celular.



Calçadão da rua Augusta, a principal via comercial e de passeio da Baixa.



Rua Madalena.


O proprietário do imóvel que alugamos nos indicou a rede Pingo Doce. Lá fizemos muitas compras. A primeira, com vinte e dois volumes, custou menos de quinze euros. Portugal tem preços convidativos em matéria de suprimentos básicos.


Praça da Figueira (Rossio). Daqui parte o bondinho 15, que vai para Algés, mas passa em Belém.









No aeroporto da Portela.


Viajamos neste avião. O voo chegou com um pequeno atraso. O aeroporto da Portela não é gigantesco, mas é muito funcional. Anda-se em um longo corredor bem sinalizado até o Controle de Passaportes. O policial apenas perguntou: vocês chegaram no voo do Rio? e mais nada.







Minha primeira providência foi comprar um chip local para não depender do roaming internacional da minha operadora brasileira. Por 15 euros eu tive direito a ligações gratuitas para outros números da mesma operadora e ligações para o Brasil a sete cêntimos de euro o minuto.

Decidimos ir para o apartamento de táxi. O meu senhorio avisou que a corrida ficaria em torno de quinze euros. Ficou em onze e cinquenta e arredondei para treze, como gorjeta. O motorista foi bem simpático e foi nosso primeiro contato com lisboetas. Andando de táxi confirmei a impressão de que Lisboa é muito bonita. Acompanhando aqui você vai ver como.

Sobrevoando Lisboa

O aeroporto Portela fica próximo ao centro de Lisboa. Por isto é possível ver toda a cidade quando chegamos, o que é muito belo em dias ensolarados.


Durante o voo para Lisboa


O display da TAP é variado. É bem restrito em matéria de músicas, comparativamente aos da Air France e principalmente ao da British. Mas em matéria de filmes eu encontrei uma meia dúzia de opções interessantes.















Como sempre, eu fiz o check in online nos primeiros minutos mas havia poucas opções. Mas deu para que alterasse as poltronas do meio (em três) para as da janela (em duas).


Pedimos refeições vegetarianas asiáticas, mas aqui no Brasil o fornecimento das mesmas precisa melhorar muito. Houve repetição no cardápio, dois itens idênticos na mesma refeição.


Por que Lisboa?

A escolha por Lisboa se deveu a um conjunto de fatores: atrações, preços, língua e clima. Como queríamos evitar o calor desértico de Madri, nos pareceu a opção mais próxima. Descobrimos que os 40 graus no segundo dia por lá tornaram Madri (que estava menos quente) menos inóspita. Mas Lisboa foi uma grata surpresa do início ao fim.


Escolhemos as datas conforme as melhores opções de valores do voo. Viajamos Rio-Lisboa direto, pela TAP. O preço é em real, em cinco vezes sem juros. O voo dura cerca de 9h e 30 min. É um dos últimos voos saindo do Galeão e estava tudo muito tranquilo, com filas pequenas.


Chegamos com três horas de antecedência e a fome bateu. Este queijo quente sem-graça custou onze reais! Na Europa há concorrência nos aeroportos, em Lisboa os preços são mais elevados do que no comércio (o que não ocorre em Londres), mas o Brasil é recordista em exploração ao consumidor.


O portão de entrada foi aberto com atraso de quase meia-hora, mas o voo saiu com apenas quinze minutos após a hora prevista. De modo geral, a TAP é bem organizada, o atendimento é muito bom e o interior do Airbus 340-300 é confortável e bonito.













Eu acho muito interessante acompanhar as informações em pleno voo.





Linha editorial (III)

Mudei o nome do meu blog, o anterior perdeu o sentido. Retornei agora de duas semanas de viagem a Lisboa e arredores. Cerca de 2200 fotos e 700 vídeos e muita coisa para relatar!