Páginas

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

A caminho de Sintra


Da estação do Rossio partem, a cada quinze minutos, comboios suburbanos (trens) para Sintra (2,15€). Você pode comprar os tickets nos caixas automáticos ou humanos, se preferir. Parece que não é difícil encontrar vagas mesmo em cima da hora. Não há lugares pré-fixados e é permitido viajar em pé. A viagem dura em torno de trinta e cinco minutos e as carruagens (vagões) possuem ar condicionado.




Esta é a tipica paisagem dos subúrbios portugueses: muitos condomínios (não há favelas). Os apartamentos não possuem garagens e os carros ficam ao relento.






















domingo, 4 de agosto de 2013

Estação Santa Apolónia


O "metro" de Lisboa é seguro, prático, pontual e confortável. Mas é mais caro do que o de Londres ou Berlim, por exemplo, por não ter a opção de carregamento semanal. Se você optar pelo carregamento 24h o custo semanal sairá por 42€, superior aos daquelas cidades.





Da estação de Santa Apolónia, próxima ao Tejo, partem trens para todas as cidades portuguesas fora da Grande Lisboa. Fui lá para comprar passagens para Coimbra.



































sábado, 3 de agosto de 2013

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Ascensor da Glória e redondezas


O Solar do Vinho do Porto é um bar estatal que divulga a prazerosa experiência de tomar vinho do Porto em um ambiente agradável mediante uma tarifa fixa (15€). Para aqueles que raramente bebem, como eu, pode parecer um gasto desnecessário, pois um bom vinho do Porto sai por cerca de oito euros em Lisboa a garrafa, mas eu fiquei meio tentado mesmo assim a adentrar o estabelecimento. Fica para a próxima.





O ascensor (funicular) da Glória liga a Baixa ao Bairro Alto. É um passeio apenas curioso, um trajeto de alguns minutos e cujo custo (3,60€, ida e volta) somente se justifica se você estiver com o carregamento Carris/Metro 24h por 6€.


























Rua da Rosa (II)

As ruas da Lisboa histórica podem passar uma impressão de insegurança, mas não vi qualquer ocorrência policial durante a viagem.













quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Rua da Rosa e redondezas.


Andando pelo Bairro Alto vale a pena entrar em qualquer rua e ver no que vai dar. A Rua da Rosa é uma estreita ladeira com muitos bares e restaurantes.







Mesmo viajando com folga (duas semanas em Lisboa), você acaba não fazendo o que deixa para depois. Este restaurante vegetariano nepalês tem o meu perfil de paladar. Não fui.













Este dispositivo móvel impede a passagem de automóveis, com exceção dos moradores que utilizam um controle remoto para baixá-lo a nível do solo.










Bairro Alto

A partir do cais do Sodré resolvemos subir para o Bairro Alto.










Em frente ao Café A Brasileira há sempre artistas se apresentando. 




























Cascais (VIII)


É inevitável que, em viagens, ocorram momentos que te espantem. Eu estava tirando fotos a partir do shopping de Cascais e um sujeito, com um ar estranho e preocupado, veio me questionar, em inglês, por que eu "o" estaria fotografando. Desfiz-me com tranquilidade do mal-entendido, mas passei a redobrar o cuidado na hora de tirar fotos, o que eu sempre fiz, é claro, para não ter que me explicar com terceiros.

 Comboio de volta para Lisboa



Pouco depois, uma senhora portuguesa pôs-se a falar comigo, em inglês, tentando me ajudar com as senhas do supermercado local. Isto já vinha acontecendo desde a chegada, todos se dirigiam a mim nesta língua, achava que seria reconhecido como brasileiro ou português pelos nativos, e perguntei-lhe com bom humor e polidez por que as pessoas me tomavam por estadunidense ou de país de fala inglesa. A gentil senhora se espantou com o teor da minha pergunta, e pôs-se a se justificar, o que achei exagerado, eu não a coloquei contra a parede. Fiquei com a sensação de que, mesmo em Portugal, as pessoas não interiorizam a formação étnica do Brasil, uma ex-colônia lusitana.