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domingo, 18 de agosto de 2013

Belém (2)


Para subir os andares da Torre de Belém (uma fortificação do século XVI) é necessário fazer fila única. Por isto há sinalização e as pessoas têm que subir andar por andar, retornar à fila e aguardar nova sinalização visual e sonora. Só sei que o povo faz uma confusão medonha, não observa e/ou respeita o procedimento e depois fica engarrafado nos degraus da escadaria. 







 Este é o Padrão dos Descobrimentos. Mais tarde o visitamos.































Belém


Belém é uma freguesia de Lisboa, um bairro afastado. O caminho mais usual para lá é por meio do eléctrico 15 (linha Praça da Figueira/Algés), a partir da estação de Cais do Sodré, no nosso caso. O valor da passagem é o mesmo de toda Lisboa (1,30€)



São umas quinze paragens até lá, uns vinte minutos de trajeto, para descer ao final de Belém e vir depois retornando em direção ao centro de Lisboa, embora a maioria dos passageiros prefira descer logo na primeira paragem,em frente ao Pastéis de Belém.

 As portas não abrem automaticamente nas paragens.








A Torre de Belém foi o nosso primeiro destino. Compramos o bilhete combinado com o Mosteiro dos Jerónimos por 10€. Na chegada há muitos vendedores ambulantes de óculos escuros.





























sábado, 17 de agosto de 2013

Praça Espanha e imediações

Seguindo a avenida António Augusto Aguiar encontramos a Fundação Calouste Gulbenkian. É uma região arborizada e com saídas para as rodovias que ligam Lisboa ao norte e sul de Portugal.

















Como eu disse anteriormente, Lisboa é uma cidade com muitas pichações. Aqui o vândalo escolheu um útil mapa como alvo.













sexta-feira, 16 de agosto de 2013

O centro de Lisboa (2)










O shopping El Corte Inglés não tem nada de mais. Na verdade, tem, vestuário de grifes com preços altos.





Eu tenho impressão de que festa de descontos é mais usual que liquidação no português original.


Você consegue imaginar esta prática comercial aqui no Brasil?




Embaixada da Espanha.



O "centro" de Lisboa


A partir da estação de Marquês de Pombal, próxima ao Parque Eduardo VII, há avenidas largas e comerciais, como a António Augusto Aguiar que dão a impressão de serem o centro de Lisboa.










 Detesto novelas.