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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Coleção Berardo (CCB)


A Coleção Berardo que integra o centro Cultural de Belém também é franqueada ao público. Ao passar pela portaria a funcionária me olhou mas não disse nada. Ao começar a subir a escada para o piso superior uma outra funcionária me disse: "English?", "Brasileiros", "É preciso que se deixe a mochila na recepção" (tudo isso com simpatia e educação). Os portugueses são muito educados e sabem se colocar no lugar dos turistas, mas os procedimentos variam muito de museu para museu e nem sempre há avisos. De qualquer maneira, isto me faz lembrar do funcionário mal-educado da National Gallery, em Londres, que me avisou que eu não poderia tirar fotos com um ar de que estava cansado de me avisá-lo. Insolente, rs...

















Esta coleção é uma interessante aula sobre história da arte contemporânea. Os textos explicativos são de alto nível, mas acessíveis ao público não-especializado. Foi o primeiro museu português a partir do que passei a  reparar nos funcionários que ficam horas em pé a vigiar as salas (os visitantes, na verdade). Deve ser uma profissão ingrata e eles devem torcer para que alguém transgrida a norma para que possam pelo menos quebrar o silêncio (de si próprios).


Centro Cultural de Belém



O Centro Cultural de Belém é um dos poucos museus gratuitos de Lisboa. Muito interessante é Coleção Berardo, com grandes expoentes da arte contemporânea, conforme poderá ver aqui nos próximos posts.



Estes jatos d'água saindo do subsolo são um prazer a mais, a sensação é muito gostosa, ainda mais com o calor que fazia.




























quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Mosteiro dos Jerónimos (3)












Construído ao longo do século XVI, o Mosteiro dos Jerónimos possui uma sala com a sinopse cronológica dos últimos séculos para a ordem religiosa, Portugal e o mundo.









terça-feira, 20 de agosto de 2013

Mosteiro dos Jerónimos (2)






Quando eu estudava História os professores e alunos marxistas achavam que Marx havia inaugurado a história social, que tudo antes dele era historiografia positivista, linear, superficial, reacionário, etc. Eu sabia que isto era ignorância e/ou má-fé descarada. Por sorte, li A História da Inquisição em Portugal, uma obra-prima anticlerical e antiabsolutista de Alexandre Herculano, um político liberal e estudioso português do século XIX que já fazia história social como nunca antes na historiografia portuguesa e alhures. Fiquei feliz de ver a importância e o reconhecimento à este autêntico intelectual e homem de princípios que não teve sossego na vida. Marxista gosta mesmo é de emprego no alto escalão de governos que nunca antes da história deste país roubaram tão sistematicamente.





 Túmulo de Alexandre Herculano.




 Refeitório















segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Mosteiro dos Jerónimos









Antes de entrarmos no mosteiro resolvemos conhecer os famosos pastéis de Belém (os de outros estabelecimentos são pastéis de nata). O curioso é que na pastelaria não há qualquer estante com bebidas ou publicidade das mesmas. Não constam sequer do pequeno cardápio próximo ao caixa. Perguntei à atendente: "O que há para beber?" "De tudo". Não foi a única vez que ouvi respostas similares.




O Mosteiro dos Jerónimos me parece ser a principal atração de Belém. Também fomos ao Museu Nacional de Arqueologia ao seu lado. Queríamos ir ao Planetário mas deixamos para outro dia, o que não aconteceu. Já os museus da Marinha e Etnologia não nos atraiu, pelo que vi em seus sites.


















Padrão dos Descobrimentos.


O Padrão dos Descobrimentos é bonito, mas não vale pagar pela subida (3€) se você já foi à Torre de Belém, é quase o mesmo panorama.





Eu queria tirar uma foto do Brasil mas sempre havia pessoas pisando nele. Aproveitei este momento em que pisavam apenas na Venezuela.









 Centro Cultural Berardo (acima) e Mosteiro dos Jerónimos (abaixo)



















domingo, 18 de agosto de 2013

Belém (3)



 Ponte 25 de abril (em homenagem à Revolução dos Cravos, de 1974) ex-Ponte Salazar.










Da Torre de Belém até o Padrão dos Descobrimentos dá para ir a pé (1 km, em torno de quinze minutos)