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terça-feira, 27 de setembro de 2016

Passeando em Berlim


Assistindo os vídeos que gravei meu pai disse que achou Berlim uma cidade muita deserta. E é bem verdade, quase não há muvuca por lá, tudo é muito espaçoso,gostei demais.



























Passei em frente ao museu da Stasi por acaso. E depois não consegui encontrá-lo de modo algum, nem com mapa na mão.





Olhe o nome desta revista sobre filmes, rs.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Sachsenhausen e Oranienburg


Livro com os mortos de Sachsenhausen




Monumento russo aos prisioneiros russos executados em Sachsenhausen




Prefiro nem imaginar o que era feito nestas mesas do "centro médico"




Depois de umas três horas de visita saímos a pé para procurar um restaurante no centro para almoçar. Demos de cara com um pequeno e aconchegante restaurante vietnamita pouco antes da estação ferroviária. Havia cardápios em diversas línguas e o atendente falava um inglês muito bom. Pedimos dois yakisoba vegetarianos (em alemão o nome é Vegetarische Gebratene mit Nudeln, se não me engano) e uma coca meio litro. A conta deu €7,50 (mais uma vez comendo bem e barato em Berlim).










Castelo de Oranienburg. Entrada a €3, muito barato, mas não havia ninguém por lá, e este sítio sequer é mencionado no guia Visit Berlin. Mesmo assim poderíamos ter ido. No entanto, a gente queria mesmo era passear pelo centro antes de voltarmos para casa.










domingo, 18 de setembro de 2016

Campo de Concentração de Sachsenhausen (Oranienburg) (2)


"O trabalho liberta". É a mesma inscrição na entrada dos demais campos de concentração, como o de Auschwitz.


Galpão com beliches de madeira.




Estereótipos antissemitas



 Sinagoga queimada pelos nazistas em 1938.




 Cada retângulo demarcado com pedras foi uma das barracas do campo de concentração.









 Vista aérea do campo.


O acervo de documentários e entrevistas é muito bom (em alemão ou inglês)


sábado, 17 de setembro de 2016

Campo de Concentração de Sachsenhausen (Oranienburg)




Eu não viajaria muitas horas apenas para visitar um campo de concentração. O seu conteúdo é bastante conhecido. Mas o primeiro campo de concentração construído pelos nazistas fica uns trinta quilômetros ao norte de Berlim, em uma bela e pacata cidade chamada Oranienburg. Sachsenhausen não foi um campo do Holocausto, foi um campo eminentemente político que acautelava comunistas, social-democratas, liberais, homossexuais e quaisquer outros que poderiam ser opositores reais ou em potencial ao totalitarismo da época (inclusive judeus). Não fiquei deprimido, embora várias pessoas que narraram lá ter ido disseram ter arrependido. Obviamente não é um local de júbilo. Cerca de três mil pessoas foram executadas lá, por enforcamento ou guilhotina. As instalações que não foram destruídas pelos soviéticos e o acervo valem muito a visita. Entrada gratuita. Aberto diariamente entre 9 e 17 horas. Toma-se o trem local S1 em direção a Oranienburg (estação final) e depois caminha-se dois quilômetros até o campo de Sachsenhausen.






O caminho é muito sinalizado, não tem como errar.










A interessante entrada do memorial do campo de concentração.






A área do campo de concentração é gigantesca.