Da Tate Modern fomos para a Tate National, que fica do lado norte do Tâmisa.
"It can happen to you, it can happen to me, it can happen to everyone eventually" (Yes, 1983)
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Blackfriars bridge e Southwark station
Saindo da Tate me deu uma fominha e fomos, pela primeira vez, na Eat. Eu não tinha uma boa impressão por duas razões: a cor bege meio sem graça e o jeito de cópia da Pret a manger. Não estava errado, mas há na Eat duas vantagens: as opções vegetarianas não são apimentadas e os preços (£3 por um sanduíche e refri contra £5 na concorrente). Considere a libra a quase três reais e cinquenta, multiplique por duas pessoas vezes o número de dias e fará diferença.
Eu gostei bastante desta estação estilo Jetsons.
Como é possível estações vazias em pleno dia útil?
Tate Modern (4)
Esta salinha exibia documentários e entrevistas sobre arte. Basta se assentar e assistir.
Diversas escolas e artistas de que nunca tinha ouvido falar.
Eu acho que vi um Mondrian.
Há um arquivo com diversos vídeos sobre os artistas mais referenciais, você clica e assiste. Museus demandam muito tempo.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Tate Modern (3)
Esta instalação era bem interessante: a parte de cima se movimentava lentamente sobre a mesa aumentando ou diminuindo a incidência de luz sobre a sala. Cheguei lá no fim do movimento, e fiquei aguardando o próximo para poder filmá-lo. Passados dez minutos, cansei de esperar.
Eu já vi Turners espalhados por quatro museus.
Esta cronologia com as diversas escolas artísticas e seus principais nomes dão uma orientação básica para quem vai ao museu. Há vídeos completos sobre os principais expoentes acessíveis ao público.
Margem norte vista da Tate Modern
A catedral de St. Paul, em destaque.
A Millenium Bridge, em destaque.
O "pepino" (gerko), banco privado, em destaque.
A Blackfriars bridge, em reforma.
Não é uma beleza esta placa descrevendo cada construção à sua frente?
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