Muitos carros ficam estacionados nas ruas, quase não há garagens na região da Baixa, por motivos óbvios, os prédios são do século XVIII.
"It can happen to you, it can happen to me, it can happen to everyone eventually" (Yes, 1983)
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Elevador de Santa Justa
Não fui e não me arrependo: fila lentíssima, preço injustificado (5 €), há dezenas de miradouros mais interessantes do que este. Típico programinha fast-food de turismo bate-e-volta.
Acordando cedo para passear
Eu estou acostumado a acordar muito cedo, pois levanto às seis de segunda à sexta para dar aulas. Quando viajo eu também acordo cedo e fico louco para passear, aproveita-se muito estas horas com poucas pessoas nas ruas. Tal como em Londres e Paris, Lisboa não acorda antes das nove horas da manhã. Bom para mim, pego o metrô bem vazio e posso fotografar à vontade.
A primeira vez que fizemos compras em supermercado a atendente me perguntou de cara quantos sacos plásticos eu queria (apenas 0,02 € cada), eu respondi que não sabia quantos seriam necessários para mais de vinte volumes. Ela riu, com simpatia, e foi a primeira de muitas vezes que os hábitos portugueses me exigiram pensar rápido e me causaram uma certa perplexidade.
Preços baixos em supermercados portugueses
Muitas pessoas que ainda não foram à Europa me perguntam sobre como faço com a alimentação. Eu começo pelos supermercados. Aqui no Brasil supermercado significa: estabelecimentos longínquos, filas, produtos de má qualidade e preços elevados. É exatamente o oposto do que acontece na Europa, pelo menos nas cidades que visitei até agora.
A rua dos Douradores (Baixa)
Muitos prédios de Lisboa, em particular no bairro da Baixa Pombalina (bairro reconstruído por ordem do Marquês de Pombal após o terremoto de 1755), necessitam de reformas. Isto dá um ar de bairro periférico, mal frequentado, mas é uma impressão errônea. A rua dos Douradores é de ótima localização, com fácil acesso a tudo o que interessa a turistas. O sol não bate nos prédios, o que nos permitia ter o apartamento com temperatura agradável mesmo no dia que fez quarenta graus. Eu ouvia pássaros pela manhã e o trânsito das ruas comerciais próximas não chegava a atrapalhar o meu sono.
Caminhando por Lisboa.
Do Bairro Alto fomos descendo por uma avenida até próximo ao rio Tejo, na avenida 24 de julho.
Nem tudo o que eu via eu sabia do que se tratava, mas deixei o excesso de curiosidade histórica um pouco de lado. Férias.
Não fomos a este museu na rua Augusta. Por estar muito próximo do apartamento deixamos para o final, o que não se verificou. Mas este tipo de situação ocorre muito em viagens.
Passeando pelo Bairro Alto
Chegamos em uma sexta-feira com temperatura máxima de 39.°C (no dia seguinte fez 40°C, inclusive no norte do país). Embora obviamente seja muito calor, não é estafante como no Brasil, não há tanta umidade, em casa estava fresco, nem precisei de ventilador para dormir.
Já era por volta de 20h e 30min quando passamos por aí, devia estar uns trinta graus, este termômetro claramente estava avariado.
A Assembleia da República, o parlamento português. Portugal está passando por séria crise política, com votos de censura contra o governo e divisão interna em sua coalizão. A oposição fez algumas passeatas, mas nada que se compare às do Brasil atual.
Passeando pelo Bairro Alto
É muito fácil andar em Lisboa. Basta levar um mapinha e/ou confiar no seguinte princípio: para baixo sempre leva à Baixa, onde ficamos. Então, não havia erro.
Lisboa é repleta de pichações, inclusive em monumentos históricos. Uma lástima.
Este é um dos três elevadores que ligam a Baixa à Alta. O passeio custa 3,60 euros e é muito curto. Somente vale a pena se você já estiver com o carregamento 24h da Carris/Metro por seis euros. Mais tarde eu explico o sistema de transporte lisboeta. Mas os turistas europeus adoram os funiculares.
Jardim São Pedro de Alcântara (Bairro Alto)
Férias são fundamentais para uma vida digna.
Assinar:
Postagens (Atom)































