A visita ao Palácio da Pena caminhava para o fim. Descemos de autocarro 434, demos mais uma volta pela cidade de Sintra e resolvemos pegar o comboio de volta para Lisboa. Pensamos em retornar à Sintra, mas fica para outra vez.
"It can happen to you, it can happen to me, it can happen to everyone eventually" (Yes, 1983)
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Palácio da Pena (3)
Os aposentos do palácio não são particularmente luxuosos, o que revela o contexto econômico e político da época de sua construção. O mais sedutor do palácio é a tranquilidade, o panorama, um belo refúgio para os privilegiados.
Palácio da Pena (2)
Este é o Castelo dos Mouros visto a partir do Palácio da Pena. Não há como não pensar no esforço humano que as duas construções depreenderam.
Palácio da Pena (Sintra)
O Palácio Nacional da Pena foi construído pelo rei Dom Fernando II, entre 1838-47. Foi residência de verão dos monarcas até a revolução republicana de 1910. Possui uma grande mistura de estilos e é bem exótico em se tratando de uma construção oficial. Está passando por reformas e é possível observar,logo de cara, que o seu estado real está muito aquém dos cartões postais de Sintra.
Este é Tritão, figura mitológica grega que facilitava a navegação marítima para o deus Poseidon.
domingo, 11 de agosto de 2013
Castelo dos Mouros (4)
Esta é bandeira portuguesa entre 1495-1578, salvo melhor informação.
Para chegar até os jardins do Palácio de Pena basta retomar, exibindo o ticket, o autocarro 434 em frente à saída do castelo. Mas de lá é necessário tomar uma jardineira (2€) a menos que queira enfrentar a pé nova subida.
Castelo dos Mouros (3)
O Palácio da Pena.
É tudo muito bonito, mas exige resistência física e muita água para suportar os mais de 35°C que lá faziam.
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