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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Museu do Judaísmo e do Holocausto (4)



 Filtro d'água para os visitantes. Nunca vi, ponto para os organizadores do museu.



O Museu do Judaísmo e do Holocausto é um museu contra qualquer discriminação étnica e humana.





General alemão torna público que tratará os nativos à bala.






 Advogado judeu polonês que cunhou o termo "Holocausto".








Edição brasileira d'Os protocolos dos sábios de Sião", famoso panfleto antissemita publicado a pedido de ministros reacionários russos no final do século XIX.


quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Museu do Judaísmo e do Holocausto (3)












Reconstituição de rua e casa lituana do século XIX

Eu já estava há hora e meia no Museu do Judaísmo e maravilhado com o fato de que os museus sul-africanos poderiam superar a minha expectativa. A Cidade do Cabo foi o meu destino que levei mais tempo para me convencer de que a viagem valeria a pena. E aí fomos para a seção do Holocausto e foi outra grata surpresa. Este museu ficará para sempre na minha memória.



Oficiais da SS após assistirem um vídeo sobre o Holocausto.




A famosa declaração de Hannah Arendt e a "banalidade do mal"





Em meados da década de noventa assisti um filme alemão sobre a "Rosa Branca" uma micro organização de resistência ao nazismo em plena Alemanha nos anos finais da guerra. Fiquei impressionado com a coragem e determinação dos professores, estudantes e soldados que dela participaram. Eu me emocionei de verdade com a jovem Sophie Scholl.



Willy Brandt pedindo perdão pelo Holocausto.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

O Museu do Judaísmo e do Holocausto (2)






Dispositivo biográfico sobre judeus sul-africanos em diversas áreas 









Os judeus sul-africanos vieram em sua maioria da Lituânia. A memória judaica lá foi arrasada pelos nazistas e negligenciada pelos russos



 Maquete de Jerusalém.




Talheres para o ritual kosher de purificação dos alimentos para ortodoxos.





Carta de Mandela reconhecendo a militância judaica anti-apartheid.




Advogados judeus anti-apartheid.





Sinteticamente, os judeus lituanos migraram para a Cidade do Cabo em meados do século XIX. Habitaram em Bo Kaap e no Distrito Seis. Em 1908 conseguiram do governo colonial o reconhecimento do iídiche como língua europeia. Mas na década de trinta a imigração oriunda de países com forte presença judaica foi restringida pelos africâneres, mesmo com a perseguição nazista e o Holocausto. O Museu do Judaísmo é claramente um museu contra qualquer tipo de discriminação.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Museu do Judaísmo e do Holocausto (ou: aqui Cape Town me ganhou pela primeira vez)









Nunca imaginei que a África do Sul tivesse uma comunidade judaica expressiva a ponto de ter dois museus em um só! E menos ainda que este conjunto fosse quase tão surpreendente quanto o espetacular Jüdisches Museum de Berlim! E eis que na manhã do dia oito, sábado, este museu pouco visitado e jamais comentado pelos turistas brasileiros nos blogs que li simplesmente me faz entender que valeu a pena ter ido parar na África. É impossível que eu faça apenas um post sobre este museu, um dos pontos altos desta viagem.


Situado no bairro de Gardens, com entrada a partir da mais antiga sinagoga sul-africana (1863), (entre domingo e quinta: 10-17h, sexta: 10-14h, aqui guarda-se o shabbath/ 60 zar), você precisa levar documento válido para passar na entrada (com detector de metais e seguranças). No horário que visitamos (entre 10h e 13h) havia apenas um grupo guiado de professoras estadunidenses. Foram três horas inesquecíveis, o melhor museu dos cerca de dez que visitamos na Cidade do Cabo). O acervo é simplesmente riquíssimo e tem uma concepção moderna de museu e centro cultural que entretém as pessoas.


























O museu apresenta pormenorizadamente a história não só das comunidades judaicas de Cape Town e Joanesburgo, como a própria evolução destas cidades.