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quinta-feira, 22 de março de 2018

Supermercados em Paris.




 Eu fiquei com a impressão de que a rede Monoprix é a preferida do consumidor.








As deliciosas e baratas geleias.




A água das torneiras é potável, mas é bem ter garrafinhas para encher em casa.











Supermercados são boas opções para comprar pães frescos.

Quando eu chego à qualquer cidade europeia fico curioso pelos supermercados. Com grande oferta, variedade e qualidade de seus produtos os supermercados europeus são realmente um bom passeio. Em Paris predominam as redes Franprix, Monoprix e Carrefour. Há também Auchen e mais uma rede de cujo nome não me recordo agora. Pude verificar pela segunda vez, que, em se tratando de supermercados, Paris é a cidade mais cara das trinta que visitei na Europa, inclusive Londres. No entanto, você encontra bons preços em se tratando de vinhos, biscoitos, geleias e sorvetes. Pães e congelados têm preços razoáveis. Sucos se equiparam ao Brasil e chocolates dependem de promoções. Todas as redes têm programas de fidelidade. São centenas de pequenas unidades espalhadas por toda a Paris e, aparentemente, não há grandes supermercados nos limites do Anel Periférico.

quarta-feira, 21 de março de 2018

Reconhecendo o bairro (Saint Lambert)


Ponto de ônibus com diversas linhas na rua Vaugirard.






Porte de Versailles, vinte minutos a pé do meu apartamento.











Onde eu faço matrícula? 











15 euros me parece que é o preço padrão de refeições ("formule") em restaurantes comuns de Paris.

A minha preocupação em viajar no inverno era: e se eu acordar muito cedo,vou ter coragem de andar nas ruas com alguns graus acima de zero,chovendo,no escuro e com quase tudo fechado?Sim, não deu outra. Com o dia amanhecendo às 8h e 40min, levantei por volta das sete horas, já bem restabelecido do voo (fuso horário de quatro horas nunca me incomodou, o negócio é não conseguir dormir nos voos,isto é que me derruba), e tratei de conhecer as redondezas, chegando ao limite de Paris com Versalhes. Já havia muita gente na rua, indo para o trabalho, faculdades ou escolas fazendo uns seis graus com chuva. Minha conclusão era de que o clima não seria grande obstáculo para o meu passeio (e realmente não o foi em momento algum).

terça-feira, 20 de março de 2018

Os caros chips franceses



Eu ainda não vi país em que a telefonia celular fosse barata e deixasse o cliente satisfeito. Procurei na loja Relay do aeroporto CDG por chips de celular. Havia três opções todas muito caras: Orange (30€ com 1GB), SFR (30€ com 2 GB) e Bouygues (40€ com 20GB).

Comprei o da Bouygues com receio de que os 20 GB fossem papo furado. Mas não são. Eu usei no mínimo 11 GB e não recebi nenhuma mensagem criando restrições ou nova cobrança.

Assim que você instalar o chip disque 0000 e não era necessário mais nada, está pronto para uso. Peçao funcionário da loja para anotar o número do telefone que é falado rapidamente por duas vezes em francês, caso você não compreenda o idioma.

segunda-feira, 19 de março de 2018

O apartamento em Paris


Sala com dois sofás-camas.


O quarto.




Apartamento silencioso de fundos, vista da janela da sala.



Banheiro com ótima ducha.


Oitava viagem internacional e a sétima que aluguei um apartamento pela AirBnB. Paris é a segunda cidade mais cara em matéria de alugueres entre as que nos hospedamos (depois de Londres,a mais careira,e seguida bem de perto por Barcelona). Como sempre não foi fácil chegar a uma conclusão. Escolhemos este imóvel na periferia (décimo-quinto arrondissement, um bairro chamado Saint Lambert). Custo total: 285 reais a diária. Ainda assim sai bem mais em conta do que em hotéis (começando por baixo em 120 euros). O apartamento fica no segundo andar, sem elevador. Ótimo aquecimento intermo, em momento algum senti frio por lá. Muito limpo e organizado. O proprietário Philippe Benoist esteve lá pessoalmente para resolver um probleminha com a tv a cabo. Próximo a meia dúzia de supermercados,linha de ônibus em frente, metrô a menos de cinco minutos. Não é uma região bonita como um Marais ou Montmartre, mas valeu a economia.

domingo, 18 de março de 2018

Voo Roma-Paris (Alitalia)







Que folga.




 Tudo muito tranquilo e prático no Charles de Gaulle.


Táxi tabelado do CDG para Paris: 50€ para rive droîte (margem norte do Sena) e 55€ para rive gauche (margem sul do Sena).





Estas fotos são do voo Rio-Roma. Espaço para as pernas, travesseiro e cobertor aconchegante.




Perfumes em promoção somente os italianos.


Voo com menos de dez por cento de passageiros entre Roma e Paris.



Os Alpes.


O voo de Roma a Paris estava bem vazio (10h e 20 min), os passageiros foram distribuídos ao longo da aeronave,não havia nem dez por cento de sua capacidade. Isto me permitiu escolher uma janela adequada para filmar o percurso (veja no meu canal no YouTube: enaldops). Foi servido um lanche no meio da viagem. Gostei demais quando atravessamos os Alpes. Quase duas horas depois chegamos no De Gaulle. Achei que o aeroporto melhorou muito desde 2011, tudo muito fácil de localizar. As malas chegaram rapidamente e pegar táxi foi moleza. Antes disto eu passei um perrengue com chip de celular, conto no próximo post.

sábado, 17 de março de 2018

Viajando pela primeira vez durante o inverno europeu (Paris)


Rever Paris, que felicidade. 


Monitor de braço para passageiros da primeira fila horizontal




Meu velho querido suco de tomate, adoro.


Refeição vegetariana saindo do Brasil é a mesma em todas as companhias: pouco paladar e incompreensão do que vem a ser vegetarianismo.


 Sobrevoando a Argélia.


Recarregador em Fiumicino (wifi razoável) 


O belo voo Rio-Roma: próximo post.


Fotografei muito pouco durante esta viagem, mas em compensação fiz centenas de vídeos que estão publicados no meu canal no YouTube: enaldops


Voltei da África do Sul satisfeito com a viagem, mas infeliz por não ter ido à Europa, e comecei a acalentar o sonho de viajar em janeiro para lá. Sempre tive receio de viajar no inverno pelos dias curtos e frio intenso para nós, de clima tropical. Ouvi relatos de colegas que estiveram na Europa nesta época e disseram não ter sofrido com as baixas temperaturas, ou terem deixado de usufruir em função do clima. Na minha mente uma situação seria viajar ao sul da Europa, outra bem diferente em localidades com temperaturas médias pouco acima de zero graus. Por outro lado,sempre fiquei muito frustrado em passar os tórridos verões aqui em Juiz de Fora, sem nada para fazer. Já passei dos cinquenta,como se diz sempre, não vou ficar mais jovem, o tempo se desperdiça um custo altíssimo.

Sempre conferi os valores das passagens para janeiro, quase tão caros quanto julho,mas deparei com duas promoções da Alitalia para Paris e Amsterdam por volta de dois mil e seiscentos reais. Escolhi Paris por ser menos frio, mais em conta, eu me viro em francês razoavelmente bem, há mais o que fazer lá do que na capital holandesa (uma ótima opção, de qualquer forma).

Desta vez a Alitalia conseguiu resolver dois problemas: a inscrição no Millemiglia e o problema das refeições especiais, não tive sucesso no voo para Berlim, em 2016, conforme já relatei em post específico. Mas ainda há falhas: no dia do check in recebi via email um documento desnecessário e ao chegarmos no guichê da empresa no Galeão, eu bem preocupado, a funcionária me disse que somente necessitaria do passaporte.

Ofereceram-me trocar meu voo com conexão em Roma, por um direto da Air France, sem custo adicional. Concordei, me fizeram aguardar mais de hora, com idas e vindas e depois lamentaram, mas a Air France não providenciou os boarding cards. Coisas do Brasil.

Cheguei às sete da manhã em Fiumicino (Roma) com desembarque na pista, frio de seis graus e eu sem roupa adequada para o inverno europeu.