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sábado, 6 de agosto de 2011

Promenade Plantée/Avenida Daumesnil(12ème) (2)















Este gramado é impecável.







A minha vontade era percorrer todo o passeio. Mas começava a chover e havíamos combinado de encontrar com todos. Fica para a próxima.


Promenade Plantée/Viaduc des Arcs/Avenida Daumesnil (12ème)








Chegando à praça da Bastilha (4ème) eu quis procurar pela Promenade Plantée. Pedimos informações por perto mas ninguém sabia do que se tratava. Metade de nós preferimos ir para os Jardins de Luxemburgo (6ème), mas eu queria mesmo encontrar a linha férrea desativada que havia sido urbanizada como "passeio plantado", acima do viaduto com mais de sessenta ateliers em forma de arcos.


Descendo por uma avenida rente à Ópera Nacional topamos com a Avenida Daumesnil onde ambos se situam.








É um caminho de 4,5 km, utilizado como via, local de descanso e de prática de caminhadas e cooper.











sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Pigalle (18ème)


De Montmartre resolvemos ir até Pigalle, em função do Moulin Rouge, mas fomos de ônibus porque assim podemos ver um pouco mais do bairro. De Montmatrobus chegamos em dez minutos.


Eu não sabia que a avenida estaria repleta de sex-shops, mas durante o período diurno é tudo tão natural que as famílias parecem estar acostumadas com a paisagem. Um atendente de trailer de sanduíches olhou pra nós e disse: Bon giorno!. Eu respondi: Bon giorno!. Era a segunda vez que presumiam que éramos italianos.








Quando eu avistei o Moulin Rouge falei com a minha namorada: Olha lá o moinho. Um tiozinho de meia-idade, não sei de que nacionalidade (não era nem francês e nem brasileiro) me remedou e disse à esposa: "Mouinho, hahahahaha". Fiquei curioso se "moinho" é um palavrão em alguma língua ou se tratava apenas de um simpático casal de babacas. Não voltei para perguntar.


Menus a partir de 150e=R$350. Entrada sem consumação: 90e=R$210.


quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Passeando em Montmartre (18ème)


Em Montmartre nós tivemos oportunidade de testar duas coisas muito faladas pelos turistas e blogs. O perigo de se andar em Montmartre e mal atendimento dos garçons, fenômeno que já rendeu uma matéria recente no Le Figaro.


Subindo a escadaria de Montmartre um simpático paulista residente no Rio nos alertou que todos os garçons parisienses atendem mal e que por isto jamais lhes dava gorjetas. Eu lhe disse: mesmo porque a gorjeta de 15% já está incluída na conta.


Embora um tanto abarrotado, passear em Montmartre foi muito prazeiroso, o bairro é bem legal, me deu vontade de hospedar lá da próxima vez. Não achei o ambiente mais perigoso do que a Torre Eiffel ou a Notre Dame. Bebidas nas lanchonetes em torno de dois euros, mais barato do que nos arrds. centrais.


Logo que a rua começa surgem os desenhistas oferecendo os portraits. Vi um senhor oferecer um retrato a um casal português inicialmente por cinquenta euros, ele foi reduzindo a cada cinco euros, escrevendo no cantinho inferior da folha, e o negócio foi fechado a 35e=R$85. Na pracinha mais à frente onde a maioria deles estavam situados o preço mais comum era de 25e (20e para estudantes). Minha filha me falou que estudantes de Artes e Design das universidades o fazem por muito menos se alguém assim o quiser.











Os restaurantes, lanchonetes e creperies estavam lotados de pessoas e os lugares nas calçadas eram bem disputados. Resolvemos sentar em uma mesa na calçada de uma pizzaria que acabara de liberar e um garçom já chegou meio irritado dizendo que só poderíamos sentar se fôssemos apenas beber. Pedi, então, uma mesa no interior do restaurante, e enquanto aguardava a providência do funcionário, um garçom jovem carregando uma bandeja com uns oito pratos falou em voz alta: "chaux, chaux, chaux, chaux...". Eu nunca vi tamanha grosseria ser praticada por um garçom brasileiro, nem comigo e nem com ninguém. Eu deveria ter saído e procurado outro restaurante, mas é impressionante como ficamos sem ação diante do inesperado. Lá foi a única vez que almoçamos em restaurante propriamente dito: três pizzas e três refrigerantes, mais quinze por cento de gorjeta perfizeram o total aproximado de 55e=R$130. Eu penso que pagar caro em restaurantes não é indício de sucesso profissional, está mais próximo de um gasto desnecessário. O tratamento nas lanchonetes é muito mais educado do que nos restaurantes parisienses.










Quando estávamos aqui aguardando o Montmartrebus comentei que achava esta rua semelhante à Petrópolis. Minha namorada e minha filha riram de mim, rs...

Sacre Coeur e a vista de Paris (2)








Torres Montparnasse e Eiffel



Foto: Amanda Dias


Este trenzinho (Promotrain) passeia por Montmartre por quarenta minutos (6e=R$14).








O Beauborg ao centro.