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quinta-feira, 26 de julho de 2012

Andando de ônibus.









Quase todo ponto de ônibus tem um painel que informa as linhas, os seus itinerários e quanto tempo falta para eles chegarem. Você pode comprar o bilhete individual antecipadamente £1,35 ou com o motorista £2 (quase ninguém faz isto). Os motoristas são proibidos de conversar com os passageiros (nem respondiam ao meu meu good morning) e fiscalizam um a um os passageiros se passaram o Oyster Card. Você entra pela porta da frente e sai pela do meio. Em alguns pontos é necessário fazer sinal para o motorista parar.

O Museu Britânico (3)


















O Museu Britânico (2)


Chegando em Londres você vê centenas de lojas de souvenirs, toda rua tem várias, às vezes uma ao lado da outra. O preço padrão é £2 para torrinhas, boxes, e black cabs. Eu já sabia que os museus vendiam souvenirs temáticos, mas quando fui pela primeira vez no British Museum fiquei embasbacado com souvenirs como estes:







Os guias multimedias são muito utilizados pelos japoneses, compreensivelmente. Europeus e norteamericanos também gostam, Eu nunca paguei por um, se você sabe ler inglês, toda obra tem a explicação mais do que satisfatória.

Os museus têm tours gratuitas com especialistas. Não fui em nenhuma.







Eu adoraria ser membro de um museu.

Junkie racista: o primeiro incidente em Londres.

No primeiro dia de passeio andávamos pela Oxford street e Matilde levou um esbarrão. Vi, de costas, um jovem muito alto, muito magro, muito branco e louro, com as cuecas aparecendo, andando trôpego pelo passeio, por volta de dez horas da manhã. Imagino que ele estava mais para drogado do que bêbado. De repente, em sentido contrário, vinham dois amigos jovens e indianos. O junkie deu umas passadas largas de girafa em direção aos asiáticos, postou-se na frente deles, e passou a fazer o típico movimento de mãos de quem quer briga. Os moços ficaram assustados e não reagiram. Saímos de perto e não sei no que deu.

Isto, para mim, claramente é racismo, o agressor identificou o alvo pela etnia.

Não é objetivo do meu blog vender pacotes turísticos ou glamourizar o exterior (parabéns e sucesso para quem o faz). Vou relatar o que eu vi, senti e pensei.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

O Museu Britânico


Londres tem uns dez museus gratuitos, ao menos. O horário deles é semelhante, normalmente entre 9 ou 10 até às 18 horas, um dia abre até mais tarde e domingo fecha um pouco mais cedo. Se não quiser ficar pesquisando e anotando os horários vá de 11 às 17 horas que não tem errada. Ao contrário de Paris, não fecham nas segundas ou terças ou quartas.













Museus na Europa não são almoxarifados de velharias, são centros culturais de intensa atividade.







Acesso: estações de metrô: Tottenham Court Road (500m) Holborn (500m) Russell Square (800m) Goodge Street (800m)

por ônibus: 1, 7, 8, 19, 25, 38, 55, 98, 242
Stop on New Oxford Street

10, 14, 24, 29, 73, 134, 390
Stop northbound on Tottenham Court Road,
southbound on Gower Street

59, 68, X68, 91, 168, 188
Stop on Southampton Row

Gower e Bloomsbury streets (Camden)




Estas típicas residências inglesas de classe média são prédios institucionais. É muito legal ler as placas que contam sobre seus antigos proprietários.








Este horrível prédio estilo soviético é a Biblioteca do Senado.









Residência de uma suffragette (militante a favor do voto feminino na primeira década do século passado)




E aí chegamos à entrada lateral do Museu Britânico.



205 to Bow Church (errando o caminho para o Museu Britânico)


A primeira coisa que fazíamos quando entrávamos nos ônibus (quase sempre double-decker) era subir para o andar superior e pegar os primeiros assentos. Mas... ônibus vazio às dez horas da manhã? Inacreditável. Não andamos em pé em ônibus nenhuma vez.


















Fim da fila do Madame Tussaud (£60 e duas horas de fila para ver bonecos de cera? No, thanks.)