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segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Greenwich Park

















Este painel eletrônico do centro de informações turísticas ilumina e descreve o patrimônio do parque de Greenwich.


National Maritime Museum (Greenwich Park) ou, na Inglaterra professor é respeitado..




Este é um simulador de barco em tempestade. Não havia fila e o ingresso era barato. Deixei para ir ao final, mas acabei esquecendo.


















O melhor deste museu fica para as seções pagas, coisa de £15 ou mais. Nós decidimos passear pelo parque e deixar o Marítimo. Antes de irmos embora fomos aos banheiros. Lá estava uma turma de uma escola londrina, garotos de uns doze anos, o equivalente a um sexto ou sétimo ano. Assim que entrei no banheiro um aluno passou a fazer "shush" para outro que falava alto, sem algazarra. A simples presença de um adulto no recinto serviu para alertar o senso de disciplina da galerinha.

Quando saí do banheiro um garoto obstruía, distraidamente, a passagem. Uma professora, cerca de uns trinta anos, trajes informais como no Brasil, disse ao menino: "Let the gentleman pass". O garoto pediu desculpas como se tivesse feito algo grave. Sorri e agradeci. Fiquei aguardando a minha namorada, e o grupo de três professoras passou a coordenar a turma. Falaram algo sobre o compromisso dos meninos se comportarem. Eles escutaram com atenção e sem atitudes desafiadoras. Depois elas fizeram algumas perguntas sobre o que aprenderam até então no museu. Quem respondia levantava o dedo e aguardava a sua vez. Depois eles foram colocados em fila e tinham ingresso para as áreas pagas. Senti que as professoras estavam um pouco estressadas, mas era notório que a autoridade delas é efetiva.


National Maritime Museum (Greenwich Park)










Matilde é professora de Geografia e queria muito ver o meridiano de Greenwich (pronuncia-se Grênuiche, e não Grinuiche). Eu já tinha lhe avisado que o Observatório Real de Greenwich estava fechado para reforma, mas ela não parava de dizer que era o lugar de Londres que mais queria visitar. Para chegar até lá, evitando ir de trem (DLR) é necessário ir até até a estação de Canada Water, ou, mais adiante, na North Greenwich e tomar o ônibus 188. Nem pense em ir a pé da estação até o parque pois é muito chão.



O estádio O2.




O novo teleférico da Emirates.




Eu optei por descer em Greenwich (ainda é zona 2), pois queria passear de teleférico e ver o Parque Olímpico, em Stratford (zona 3), mas Matilde não ficou a fim.









O Museu Nacional Marítimo é bem interessante, e o parque é bem bonito, mas não vale a pena deixar de visitar museus mais centrais para ir até lá, a menos que você queira muito ver o meridiano de Greenwich, ou visitar o veleiro Cutty Sark.




domingo, 5 de agosto de 2012

Sister Ray



A Sister Ray é a loja preferida dos irmãos Gallagher e foi capa do segundo disco do Oasis, What's the story, morning glory? Não é um nome de impacto para mim, e nela fui mais porque um cliente da HMV me indicou. A Berwick Street fica próxima à Oxford Circus. Repare pela foto que homens com jeito de profisional liberal, funcionários públicos ou executivos usam mochilas em Londres, muito comum.







Esta vitrine destaca as capas de álbuns que têm relação com pontos específicos de Londres.


















A loja não é gigantesca, mas tem um senhor acervo. A banca de lançamentos tinha uns duzentos cds de bandas de que nunca ouvi falar. Mesmo com a má qualidade do rock inglês dos últimos quinze anos eu poderia encontrar algo de que gosto. Morar em uma metrópole ainda é fundamental para ter acesso à cultura.


Mais um pouco de Piccadilly e Carnaby Street




Quase dez horas da manhã de um dia útil e a cidade parece que ainda está acordando.











Waterstones



Em uma manhã ensolarada eu fui para a Waterstones, a maior livraria que conheci na vida (não sei se é a maior de Londres). Seis andares de felicidade. Eu poderia ficar dias lá dentro.



As seções tem sofás confortáveis para você poder folhear as obras com conforto.




Eu adoro romances policiais. Os autores que são parcialmente lançados no Brasil pela Companhia das Letras têm todos os seus livros publicados em língua inglesa, imagino. As edições em paperback saem por £9.









No último andar há um agradável bar, com vista. Eu adoraria poder ir todas as semanas em uma livraria destas, comprar algum lançamento e conversar com pessoas naquele bar.