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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Blackfriars bridge e Southwark station



Saindo da Tate me deu uma fominha e fomos, pela primeira vez, na Eat. Eu não tinha uma boa impressão por duas razões: a cor bege meio sem graça e o jeito de cópia da Pret a manger. Não estava errado, mas há na Eat duas vantagens: as opções vegetarianas não são apimentadas e os preços (£3 por um sanduíche e refri contra £5 na concorrente). Considere a libra a quase três reais e cinquenta, multiplique por duas pessoas vezes o número de dias e fará diferença.


















Eu gostei bastante desta estação estilo Jetsons.



Como é possível estações vazias em pleno dia útil?











Tate Modern (4)




Esta salinha exibia documentários e entrevistas sobre arte. Basta se assentar e assistir. 




Diversas escolas e artistas de que nunca tinha ouvido falar.






 Eu acho que vi um Mondrian.










Há um arquivo com diversos vídeos sobre os artistas mais referenciais, você clica e assiste. Museus demandam muito tempo.















terça-feira, 14 de agosto de 2012

Tate Modern (3)


Esta instalação era bem interessante: a parte de cima se movimentava lentamente sobre a mesa aumentando ou diminuindo a incidência de luz sobre a sala. Cheguei lá no fim do movimento, e fiquei aguardando o próximo para poder filmá-lo. Passados dez minutos, cansei de esperar.



Eu já vi Turners espalhados por quatro museus.









Esta cronologia com as diversas escolas artísticas e seus principais nomes dão uma orientação básica para quem vai ao museu. Há vídeos completos sobre os principais expoentes acessíveis ao público.










Margem norte vista da Tate Modern

 A catedral de St. Paul, em destaque.



A Millenium Bridge, em destaque.



O "pepino" (gerko), banco privado, em destaque.



A Blackfriars bridge, em reforma.




Não é uma beleza esta placa descrevendo cada construção à sua frente?



segunda-feira, 13 de agosto de 2012

John Heartfield (Tate Modern)




John Heartfield foi o pseudônimo adotado por Helmut Hertzfeld (1891-1968), um artista plástico alemão militante do Partido Comunista que fez ótimos trabalhos satirizando o nazifascismo. A obra dele influenciou o trabalho do grupo musical esloveno Laibach, de que sou fã desde 1987. Um dos símbolos utilizados pelo Laibach é esta suástica de quatro machados que faz parte do encarte do álbum Opus Dei (1987).