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sexta-feira, 12 de agosto de 2016

O dia que eu quase dirigi um Porsche




 Não tem a ver com o assunto do post, mas eu curti muito tirar foto ao lado de um Strassenbahn.














Após sairmos da Alte Nationalgalerie fomos a pé em direção à Friedrichstrasse. Lá visitamos a Galeria Lafayette (assunto do próximo post) e deparei com dois Porsches na rua com um funcionário tornando possível um test-drive com um deles. Pensei: não vou comprar mesmo não vou tomar tempo do simpático vendedor. è comum pensarmos que ficar babando por carros super-esportivos é coisa de colonizados mas vi muitos alemães tirando fotos e observando o carro com admiração. Eu penso que deveria ser menos tímido e dado uma voltinha.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Alte Nationalgalerie (Antiga Galeria Nacional)


















O Alte Nationalgalerie vale mais pelo imponente prédio. O acervo é basicamente de pintores alemães do século XIX. Convenhamos que não se compara com a pintura francesa da época. O convencionalismo da pintura alemã aqui exibida lembrou-me o acervo do Tate National de Londres. É um museu que vale a visita se você for mesmo à Ilha dos Museus e estiver utilizando o Museum Pass. Abre de terça à domingo, entre 10 e 20h. Entrada: 10€

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Altes Museum




































O Altes Museum (Museu Antigo) foi o primeiro dos quatro museus que visitamos na Ilha dos Museus (Neues, Alte Galerie e Bode foram os demais. A grande estrela, o Pergamon está fechado para reforma por dez anos). Dedicado á Antiguidade inicialmente fiquei meio decepcionado e vou logo avisando: os quatro museus citados não dão um Louvre ou um British, por razões óbvias: o império colonial prussiano não se compara aos vizinhos do Oeste que pegaram muito mais coisas "emprestadas" de quase todo o planeta. Usamos o Museum Pass (24€ por três dias). Com o Museum Pass economizamos mais de trinta euros em entrada. O horário de funcionamento do Altes é de 10h às 18, terça à domingo.

A foto ficou muito ruim, mas é a única que eu tenho. Na aquisição do passe você recebe um guia bem completo dos principais museus de Berlim. Berlim tem 170 museus, mais de cinquenta têm entrada livre com o Museum Pass. Foi a única vez que adquirimos cartões de museus e realmente valeu a pena.

Zentraler Omnibusbahnhof (estação rodoviária central)

A sigla pelo qual a rodoviária central é conhecida é ZOB 


Preços do Ibis da ZOB para quarto com cama simples ou casal. 


Valores das passagens simples ("ab" quer dizer "a partir de") 



O stand da Flixbus, a empresa que domina o setor rodoviário.






Mais de cem destinos a partir de 8€ 


 Todas as linhas da Flixbus.

 A estação para encontrar a ZOB (trens S-41 e S-42) é a Messe Nord/ICC


 Centro de Convenções Internacionais em frente à ZOB. Achei um estilo futurista meio feio.


 A Berlinliniienbus tem bons preços, mas pouquíssimos horários.




 Ônibus da Flixbus.




A ZOB é uma rodoviária simples, feinha, parece com as rodoviárias do interior do Brasil. Ela fica no extremo-oeste de Berlim. Situa-se a meia-hora do centro e uns vinte minutos do apartamento que ficamos em Wedding. Não é necessário que você vá até lá para comprar as passagens,pode fazê-lo pelo app, mas eu prefiro conhecer o local primeiro e comprar diretamente no guichê. Sempre peguei alguma fila, mas coisa rápida. Os três atendentes da Flixbus falavam inglês, mas eu levava tudo anotado. É necessário fornecer os nomes dos passageiros. Não há marcação de lugares, é de quem entrar primeiramente no ônibus, assim que os pega nas outras estações do caminho até o destino desejado fica com o que sobrar. A vantagem das viagens rodoviárias é o custo bem inferior às viagens ferroviárias.

Mais para a frente eu conto o que passamos nas viagens de ônibus para Leipzig e Dresden.