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domingo, 6 de agosto de 2017

Estadia, transporte, internet, fast food e outras informações sobre a Cidade do Cabo.

Esta é a vista da sala de jantar do apartamento que alugamos. Table Mountain ao fundo, à direita. 



O transporte em Cape Town é controverso. Você vai ouvir pessoas falando que somente andavam de táxi ou Uber. Táxis sai mais ou menos o mesmo preço que no Brasil, uber é bem barato, depois dou mais detalhes nos próximos posts. A população anda nos velhos ônibus da Golden Arrow (nem prensei em nos arriscar), nas vans (muitas, metade delas em condições precárias) ou no bom sistema Myciti bus. Pode confiar nele. Os ônibus são pequenos, raramente andam cheios, cobrem bem o centro e a orla marítima, você pagará 6,40 zar (menos de dois reais) por percursos até cinco quilômetros. Não funcionam após 21 ou 22 horas conforme a linha ou o dia. Utiliza-se cartão específico (35 zar, válido por três anos), carregáveis nas estações e quiosques autorizados. Carrega-se com valores fixos, entre 35 e 1000 zar. Eu carregava de cinquenta em cinquenta, nem sempre há troco, mesmo nas poucas estações. É seguro? Bem, eu tenho um incidente para contar mais à frente, coisa que nunca passamos em viagens ou no Brasil.

  Maquininha do Myciti bus, na entrada da estação da Adderley street.



Vista da estação ferroviária do centro a partir da estação rodoviária de Adderley street.







Esquilos é que não faltam no bairro de Gardens. Por falar em Gardens, se for hospedar em Cape Town, esqueça Sea Point, Green Point, e outros escolhas óbvias de mauricinhos e patricinhas. Os bairros próximos ao centro como Gardens, Vredehoek, Tamboerskloof e Oranjezicht são muito mais acolhedores,bonitos e intimistas, e você pode ir a pé para o centro apreciando o belo parque Company's Garden.


Há cyber shops para tudo é quanto é lado. Os preços variam de 4 a 8 zar a hora.


Comemos várias vezes o escandaloso Veggie Burguer do McDonalds sul-africano. McDonalds no Brasil para mim é lixo total. Fora do Brasil há respeito pelo consumidor e não ignoram o cliente vegetariano. Este lanche acima saiu por 60 zar. O atendente me disse que ninguém nunca lhe havia pedido um Veggie Burguer, sul-africano é muito carnívoro.




Opções do McCafé no McDonalds da Adderley street.



sábado, 5 de agosto de 2017

Museu do Judaísmo e do Holocausto (5)



Típica placa do apartheid, em inglês e africâner


Jornal e manifestação dos nazistas sul-africanos.





Judeus executados em uma vila polonesa.













 Trecho da linha de Auschwitz.




 Anne Frank, dispensa apresentações.


 Oskar Schindler, idem.


Pouca gente se dá conta que judeus bielorussos sobreviveram um bom tempo por meio de guerrilha (1942-44, grupo Bielski)


Senhora do Leste europeu sobrevivente ao Holocausto e residente na Cidade do Cabo. Vídeo de depoimentos. Ela viu toda a família ser dizimada em Treblinka, se me recordo bem.






A biblioteca do museu disponibiliza gratuitamente cds e dvds de músicos e diretores judaicos do mundo todo.





sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Museu do Judaísmo e do Holocausto (4)



 Filtro d'água para os visitantes. Nunca vi, ponto para os organizadores do museu.



O Museu do Judaísmo e do Holocausto é um museu contra qualquer discriminação étnica e humana.





General alemão torna público que tratará os nativos à bala.






 Advogado judeu polonês que cunhou o termo "Holocausto".








Edição brasileira d'Os protocolos dos sábios de Sião", famoso panfleto antissemita publicado a pedido de ministros reacionários russos no final do século XIX.


quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Museu do Judaísmo e do Holocausto (3)












Reconstituição de rua e casa lituana do século XIX

Eu já estava há hora e meia no Museu do Judaísmo e maravilhado com o fato de que os museus sul-africanos poderiam superar a minha expectativa. A Cidade do Cabo foi o meu destino que levei mais tempo para me convencer de que a viagem valeria a pena. E aí fomos para a seção do Holocausto e foi outra grata surpresa. Este museu ficará para sempre na minha memória.



Oficiais da SS após assistirem um vídeo sobre o Holocausto.




A famosa declaração de Hannah Arendt e a "banalidade do mal"





Em meados da década de noventa assisti um filme alemão sobre a "Rosa Branca" uma micro organização de resistência ao nazismo em plena Alemanha nos anos finais da guerra. Fiquei impressionado com a coragem e determinação dos professores, estudantes e soldados que dela participaram. Eu me emocionei de verdade com a jovem Sophie Scholl.



Willy Brandt pedindo perdão pelo Holocausto.