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quarta-feira, 14 de março de 2018

Adeus, Cidade do Cabo

 A Table Mountain vista do apartamento.

 O ótimo aeroporto da Cidade do Cabo.



























Sobre a volta, últimas dicas que podem ser úteis: do centro ao aeroporto leva uma meia-hora de Uber e sai por menos de 200zar; vi quatro guichês de Tax Refund e não havia qualquer fila, a devolução é por meio de um cartão de crédito fornecido na hora; há poucas opções de alimentação e são mais caros do que na cidade; havia uma fila razoável para o controle de fronteiras e segurança, mas fluía normalmente. Em Luanda é a mesma história da ida, veja post específico.

Sobre a Cidade do Cabo, minhas últimas conclusões: vale muito a pena pela gastronomia, vinhos, cafés, museus, natureza e pelo simpático e hospitaleiro povo sul-africano. Pontos negativos: a gravíssima crise hídrica ("banho de dois minutos"), a insegurança noturna e a deprimente crise social (leia-se, mendicância sistemática e ininterrupta no centro).

Não sei se um dia voltaremos lá, penso que para um gasto total em "x" é preferível "x+20%" em qualquer capital europeia.

Dito isto, foi surpreendente e muito bom termos ido à Africa, nunca fez parte dos meus planos.

Próximos posts: minha segunda viagem à Paris!

terça-feira, 13 de março de 2018

Comprando livros na Cidade do Cabo

As belas agendas Moleskine. 





Asterix e Tin-Tin em inglês e africâner. 












 Comprei David Copperfield (195 zar) desta bela coleção de clássicos da literatura.


Este é o terceiro volume de Tin-Tin, não gostei muito.



Adorei ter comprado "O escudo arverno" em africâner.


A Cidade do Cabo não é uma ótima opção para comprar livros e música. Os preços são altos e o estoque não é fantástico, São Paulo é melhor, já que fica injusta uma comparação com qualquer cidade europeia. Tirei estas fotos na melhor livraria, ao que eu saiba, da capital sul-africana: Exclusive Books, no shopping de Waterfront.

segunda-feira, 12 de março de 2018

Food Market (V&A Waterfront)







 Este opulento e saboroso prato agridoce custou 60ZAR




O V&A Waterfront Food Market abre todos os dias entre 10 e 20 horas (sábado e domingo até 21 horas). É impossível ir neste local e não ficar boquiaberto com as muitas opções gastronômicas. Como sempre eu tive que procurar por pratos vegetarianos, o que não é o forte da África do Sul,mas é melhor do que no Brasil. Nem tudo lá é muito barato (bom, se você é de São Paulo ou semelhantes vai achar tudo baratíssimo). Durante os fins de semana fica muito cheio, mas não foi difícil encontrar lugar vazio no segundo andar e não tive que esperar muito.

sábado, 10 de março de 2018

Maritime Centre





























O Centro Marítimo é um pequeno museu em Waterfront. Aberto todos os dias entre 10 e 17h (ingresso adulto: 20ZAR) recebe pouquíssimos visitantes a julgar pelo que vi no livro de visitas (e pelo ingresso baratíssimo). Gostei particularmente dos vídeos originais. É o tipo de visita de menos de uma hora que vale a pena mesmo por quem não se interessa muito por História ou por navegação.

sexta-feira, 9 de março de 2018

Table Mountain (subir ou não subir?)

Vista da Cidade do Cabo na base da caminhada até a Table Mountain. 





Base do teleférico até a Table Mountain.







 Quem vai encarar duas horas e meia de subida?




Proibida escalada solitária. 















 Fila com previsão de tempo de espera.


Pela primeira vez vimos uma loja de souvenirs com preços fixos (e sem atendentes insistentes).


A Table Mountain é o principal cartão-postal da Cidade do Cabo. É o sonho de consumo do turismo fast-food, depois dos safáris. Não vou ver o papa em Roma, não subi a Torre Eiffel nas duas vezes que fui em Paris e não vou em disneys. Estas coisas não me interessam. Subir a Table Mountain poderia ser bem interessante, no entanto. Mas... cerca de trezentos reais o casal por teleférico?! Fomos até lá indecisos, paramos na Kloof Nek por ônibus do Myciti bus (linha 107) e resolvemos ver qual era a da caminhada. Eu não teria aversão a subir duas horas e meia,em tese, porque já fizemos isto em Ibitipoca, mas não estávamos com roupas e tênis apropriados, e, principalmente, litros d'água. Os jovens que de lá desciam em grupo pareciam esfolados de tanto cansaço.

Fica em aberto para uma segunda viagem a Cidade do Cabo.