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sábado, 17 de março de 2018

Viajando pela primeira vez durante o inverno europeu (Paris)


Rever Paris, que felicidade. 


Monitor de braço para passageiros da primeira fila horizontal




Meu velho querido suco de tomate, adoro.


Refeição vegetariana saindo do Brasil é a mesma em todas as companhias: pouco paladar e incompreensão do que vem a ser vegetarianismo.


 Sobrevoando a Argélia.


Recarregador em Fiumicino (wifi razoável) 


O belo voo Rio-Roma: próximo post.


Fotografei muito pouco durante esta viagem, mas em compensação fiz centenas de vídeos que estão publicados no meu canal no YouTube: enaldops


Voltei da África do Sul satisfeito com a viagem, mas infeliz por não ter ido à Europa, e comecei a acalentar o sonho de viajar em janeiro para lá. Sempre tive receio de viajar no inverno pelos dias curtos e frio intenso para nós, de clima tropical. Ouvi relatos de colegas que estiveram na Europa nesta época e disseram não ter sofrido com as baixas temperaturas, ou terem deixado de usufruir em função do clima. Na minha mente uma situação seria viajar ao sul da Europa, outra bem diferente em localidades com temperaturas médias pouco acima de zero graus. Por outro lado,sempre fiquei muito frustrado em passar os tórridos verões aqui em Juiz de Fora, sem nada para fazer. Já passei dos cinquenta,como se diz sempre, não vou ficar mais jovem, o tempo se desperdiça um custo altíssimo.

Sempre conferi os valores das passagens para janeiro, quase tão caros quanto julho,mas deparei com duas promoções da Alitalia para Paris e Amsterdam por volta de dois mil e seiscentos reais. Escolhi Paris por ser menos frio, mais em conta, eu me viro em francês razoavelmente bem, há mais o que fazer lá do que na capital holandesa (uma ótima opção, de qualquer forma).

Desta vez a Alitalia conseguiu resolver dois problemas: a inscrição no Millemiglia e o problema das refeições especiais, não tive sucesso no voo para Berlim, em 2016, conforme já relatei em post específico. Mas ainda há falhas: no dia do check in recebi via email um documento desnecessário e ao chegarmos no guichê da empresa no Galeão, eu bem preocupado, a funcionária me disse que somente necessitaria do passaporte.

Ofereceram-me trocar meu voo com conexão em Roma, por um direto da Air France, sem custo adicional. Concordei, me fizeram aguardar mais de hora, com idas e vindas e depois lamentaram, mas a Air France não providenciou os boarding cards. Coisas do Brasil.

Cheguei às sete da manhã em Fiumicino (Roma) com desembarque na pista, frio de seis graus e eu sem roupa adequada para o inverno europeu.

quarta-feira, 14 de março de 2018

Adeus, Cidade do Cabo

 A Table Mountain vista do apartamento.

 O ótimo aeroporto da Cidade do Cabo.



























Sobre a volta, últimas dicas que podem ser úteis: do centro ao aeroporto leva uma meia-hora de Uber e sai por menos de 200zar; vi quatro guichês de Tax Refund e não havia qualquer fila, a devolução é por meio de um cartão de crédito fornecido na hora; há poucas opções de alimentação e são mais caros do que na cidade; havia uma fila razoável para o controle de fronteiras e segurança, mas fluía normalmente. Em Luanda é a mesma história da ida, veja post específico.

Sobre a Cidade do Cabo, minhas últimas conclusões: vale muito a pena pela gastronomia, vinhos, cafés, museus, natureza e pelo simpático e hospitaleiro povo sul-africano. Pontos negativos: a gravíssima crise hídrica ("banho de dois minutos"), a insegurança noturna e a deprimente crise social (leia-se, mendicância sistemática e ininterrupta no centro).

Não sei se um dia voltaremos lá, penso que para um gasto total em "x" é preferível "x+20%" em qualquer capital europeia.

Dito isto, foi surpreendente e muito bom termos ido à Africa, nunca fez parte dos meus planos.

Próximos posts: minha segunda viagem à Paris!

terça-feira, 13 de março de 2018

Comprando livros na Cidade do Cabo

As belas agendas Moleskine. 





Asterix e Tin-Tin em inglês e africâner. 












 Comprei David Copperfield (195 zar) desta bela coleção de clássicos da literatura.


Este é o terceiro volume de Tin-Tin, não gostei muito.



Adorei ter comprado "O escudo arverno" em africâner.


A Cidade do Cabo não é uma ótima opção para comprar livros e música. Os preços são altos e o estoque não é fantástico, São Paulo é melhor, já que fica injusta uma comparação com qualquer cidade europeia. Tirei estas fotos na melhor livraria, ao que eu saiba, da capital sul-africana: Exclusive Books, no shopping de Waterfront.

segunda-feira, 12 de março de 2018

Food Market (V&A Waterfront)







 Este opulento e saboroso prato agridoce custou 60ZAR




O V&A Waterfront Food Market abre todos os dias entre 10 e 20 horas (sábado e domingo até 21 horas). É impossível ir neste local e não ficar boquiaberto com as muitas opções gastronômicas. Como sempre eu tive que procurar por pratos vegetarianos, o que não é o forte da África do Sul,mas é melhor do que no Brasil. Nem tudo lá é muito barato (bom, se você é de São Paulo ou semelhantes vai achar tudo baratíssimo). Durante os fins de semana fica muito cheio, mas não foi difícil encontrar lugar vazio no segundo andar e não tive que esperar muito.

sábado, 10 de março de 2018

Maritime Centre





























O Centro Marítimo é um pequeno museu em Waterfront. Aberto todos os dias entre 10 e 17h (ingresso adulto: 20ZAR) recebe pouquíssimos visitantes a julgar pelo que vi no livro de visitas (e pelo ingresso baratíssimo). Gostei particularmente dos vídeos originais. É o tipo de visita de menos de uma hora que vale a pena mesmo por quem não se interessa muito por História ou por navegação.