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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Quartier Latin/ Institut du monde arabe (5ème)



Tem para tudo quanto é lugar, mas é diferente dos daqui.




Andar de metrô é mais rápido do que de ônibus, mas menos seguro e atraente. Andando de metrô de superfície você concilia beleza com a funcionalidade. Esta é a estação Stalingrad, onde deixei a linha 7 e peguei a linha 2, que passa por Belleville (conhece o desenho As bicicletas de Belleville? Não, então assista-o!). Eu tinha duas opções: continuar até o cemitério Père Lachaise ou ir para o Quartier Latin. Fiquei com a segunda opção.



Em algumas linhas você precisa mover a maçaneta para abrir a porta do vagão. Ponha força ou deixe que um parisiense o faça.






Na estação Belleville vi pela enésima vez este cartaz de uma peça de teatro. Mas havia um detalhe a mais. Uma francesa me viu fotografando, achou graça e disse: "Souvenir!"





E então, lá estava eu no Quartier Latin, bairro ícone da esquerda de '68.



Universidade de Paris VI (Jussieu).

 













O Instituto do mundo árabe é uma visita obrigatória na próxima viagem. Fica fechado às segundas. É por muitas destas e outras que não dá para ir à Paris apenas uma única vez na vida, nem que você fique semanas por lá.


sexta-feira, 29 de julho de 2011

Quartier Latin (5ème) (2)






O Quartier Latin tem dezenas destas ruas medievais e calçadões.








Não sei nada sobre esta fonte. Em Paris você se surpreende a cada rua e sai fotografando.






Esta livraria fazia uma superliquidação com milhares de livros a ótimos preços. Tamanha fartura não nos pressiona a sair comprando logo de imediato. Eu preferia passear pela cidade ao invés de ficar muito tempo em lojas.


Quartier Latin (5e)






Atravessando o cena no sentido norte-sul chegamos à Rive Gauche (margem esquerda) famosa pelas manifestações de maio de 1968 e pela Sorbonne (Paris I) - na verdade, a revolta estudantil começou em Paris X, Nanterre, que fica fora de Paris, mas isto é outra conversa.









É mais habitual em Paris lanchar fora de hora do que propriamente almoçar. E os lanches lá são reforçados. Esta rua estava repleta de restaurantes gregos, italianos e de comida árabe. Você pode observar que um prato tradicional, acrescido de uma bebida em torno de dois euros e mais a gorjeta incluída de quinze por cento fica em torno de dez euros (vinte e quatro reais). Nós optamos por fazer um déjeuner em uma lanchonete de um muito educado jovem do Magreb (já expliquei o que é, rs...): um escandaloso sanduíche Falafel (vegetariano à base de grão bico) com temperos à vontade, uma porção generosa de batata frita condimentada (uma delícia) e refrigerante pelo total de 7,70e=R$18. Há opções de lanches e refeições para muitos paladares e bolsos. Em termos gastronômicos Paris é uma cidade cara somente se você o desejar.








É um clichê, mas é preciso dizê-lo: come-se incrivelmente bem nesta cidade.