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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Passeando pelo Mitte


Portões de Brandenburgo.










 Reichstag (Parlamento alemão)









O Mitte é o principal bairro de Berlim Oriental, o "meio" da cidade. Os Portões de Brandenburgo são famosos como ponto de passagem das duas berlins. Há três tipos de visitas ao Reichstag, com agendamento obrigatório no site oficial, a partir do segundo mês anterior ao dia pretendido. A visita simples à cúpula de vidro é disponível a cada quinze minutos, quase todos os dias até a meia-noite. A visita de quase uma hora em inglês ou alemão ocorre às terças-feiras, por volta do meio-dia. Deixamos para agendar mais para frente e acabamos esquecendo. Quando tentei vagas, já em Berlim, estava tudo lotado. Fica para a próxima vez.

domingo, 7 de agosto de 2016

Dussmann: o paraíso dos enaldos.



















Sete vezes num mínimo de quinze horas. Este é o tempo que fiquei na maravilhosa Dussmann, em plena Friedrichstrasse. Aberta de segunda à sábado entre 9h e 24h, a Dussmann é de cair o queixo. Todo o tempo que estive lá (onde comprei mais de quarenta cds) não pude ver com exaustão devida todas as seções de rock. Mal vi clássicos e jazz, e praticamente não pude ver com tempo livros e filmes. Eu poderia passar uma semana inteira nesta loja silenciosa e muito agradável, o equivalente das Fnacs e Virgins da vida.

KaDeWe (Kaufhaus des Westens)










A KaDeWe ("Centro Comercial do Oeste") é o maior shopping de luxo de Berlim (talvez da Alemanha). Fomos rapidamente duas vezes lá, na Tauentzintrasse, bem perto da Bahnhof Zoo, Kudamm e Gedächtnis-Kirche. É o tipo de lugar que me intimida um pouco e eu não tenho intenção nenhuma de comprar roupas de grife. No entanto o interior é bem bonito, são oito andares e os dois últimos dedicados à gastronomia são o paraíso na Terra. Eu vi dezenas de tipos de queijos, chocolates, iguarias finas, molhos, temperos, doces, etc., etc., sem falar no estoque astronômico de bebidas. Para surpresa minha, e confirmando o que eu sempre percebo na Europa, não é necessariamente um centro comercial excludente, o público é formado por pessoas de todos os níveis sociais, e o cidadão tiver uns cinco euros no bolso conseguirá comprar vinho e queijo de qualidade. A KaDeWe, a Dussmann, a Saturn e a MediaMarkt são capazes de propiciar uma viagem à Berlim apenas para consumo, cultura e gastronomia.

sábado, 6 de agosto de 2016

Passeando por Wedding





Bicicletas no passeio exigem uma atenção constante, pois lá tudo é plano e os ciclistas pedalam voando. Leva um bom tempo para se acostumar. É ecologicamente correto, etc.e tal, mas foi a única coisa que não gostei de Berlim: ter que andar nas calçadas sempre muito atento.







 Meu supermercado predileto.


Berlim, a mais vegetariana das cidades.








Conhecer as redondezas do bairro em que você vai habitar por algumas semanas é fundamental. Wedding é um bairro turco, muito bem servido por comércio, transportes e restaurantes.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Gedächtnis-Kirche e região.




 Aluguel de bike em Berlim começa dos dez euros a diária. Não achei que valeria a pena.











As linhas 100 e 200 são linhas de ônibus de dois andares que substituem bem qualquer hop-on hop- off.



Elefantentor: uma das saídas do zoológico de Berlim.









A famosa igreja bombardeada de Berlim fica no centro de Berlim "ocidental" próxima das famosas estação do zoológico, da Kurfürstendamm - a avenida das grifes - e da KaDeWe (o shopping das grifes). Não cheguei a entrar na Gedächtnis, acho que o ticket é de oito euros e lá há programação de música clássica às terças-feiras, entrada gratuita ao que eu saiba, mas provavelmente deve entupir. Voltamos pouco à esta região, para falar a verdade, gostamos muito mais de Berlim "oriental", o que foi uma surpresa para mim.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Alimentação em Berlim (almoço, opções e preços)

Falafel vegetariano de uma barraquinha na Leopoldplatz (Wedding)

Eu sabia que em Berlim poderíamos almoçar por bons preços, mas não imaginava que seria tão barato comparativamente à todas as outras grandes cidades europeias que visitamos. Mesmo sempre optando por fast food vegetariana nunca pagamos menos de sete euros em cidades como Barcelona e Madri. Pois em Berlim a quase totalidade de nossas refeições ao meio-dia ficaram por menos de quatro euros. Começamos por este falafel libanês na principal praça do nosso bairro, Leopoldplatz (Wedding) por 3€ e dividimos uma coca meio litro (1,50€). O atendente mal compreendia inglês, tive que me virar com o meu alemão basicão e mímica. Fiquei bem feliz por termos esta opção, mas eis que verificamos que mesmo nos shoppings das áreas nobres um falafel ou dürüm sairia sempre entre 2,50 e 3,50€ e os chineses yakisobas ou chop sueys saíram entre 2(!) e 3,50€.

Para quem é onívoro as opções são um pouco mais caras, mas raramente passam dos cinco euros. Em diversos restaurantes chineses quem opta pelo esquema de servir à vontade paga o preço fixo de 5,90€.

Diferentemente de Barcelona e Madri, os alemães não têm quaisquer restrições à gastronomia asiática. E tal como no restante da Europa, você paga um pouco mais se comer no local (coisa de uns 0,25€).

Mais para frente eu tenho mais fotos dos meus pratos.



     À noite volta e meia eu comia esta "pequena" batata turca com condimentos, que delícia (1,50€)