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terça-feira, 15 de agosto de 2017

O Castelo da Boa Esperança











O Castelo da Boa Esperança foi concluído em 1679 pelos holandeses para reforçar o domínio da região em uma época que os ingleses começaram a se interessar pelo sul africano. Aberto todos os dias entre 9 e 16 horas (ingresso a R30).




















O disparo deste canhão do século XVIII às 10, 11 e 12 horas com uma longa e interessante explicação é o ponto alto da visita. Você pode ver o disparo no meu canal do YouTube: enaldops.




Sala de tortura.

















Líderes zulus e de outras etnias na luta contra a colonização holandesa e inglesa.


sábado, 12 de agosto de 2017

Eastern Food Bazaar










O Eastern Food Bazaar é um longo restaurante de dois andares com duas entradas (Darling e Longmarket streets) aberto todos os dias entre 9 e 22 horas. Possui sete opções de gastronomia (chinesa, manchu, turca, hindu "genérica", Madras, Bombaim e Punjab). Aqui come-se fartamente, com muito sabor (cuidado com a pimenta!), e por um preço muito sedutor para brasileiros. O padrão é um prato com três ítens entre 40 e 50 zar. Por diversas vezes pedimos um único prato para nós dois e era mais do que suficiente. É um restaurante popular, mas que atende todo perfil de público. Há três filas de caixas e depois basta dirigir-se até o painel correspondente ao que se quer. Há muitas mesas no segundo andar. O caixa sempre pergunta "eat in" ou ""take away". Não há cobrança de extras. Gasto médio por pessoa 50 rands.




quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Long street e Kloof street.


Esta é a Casa Aberta, ela é um símbolo da nova democracia sul-africana com o fim da apartheid. Em frente há uma mesquita com uma entrada para mulheres diferenciada. Pode parecer meramente uma questão cultural, mas não pude deixar de constatar o paradoxo.





A Long street é a mais famosa das ruas da Cidade do Cabo, passamos por ela algumas vezes. Francamente, não vi nada de mais, ou, pelo menos, não me impressionou tanto. Acho inclusive que tem que ser meio maluco para passear por lá durante a noite.







Gostei bem mais da Kloof street, no ótimo bairro de Gardens, uma rua que é quase uma continuação da Long street. Bem mais discreta, quase nada turística, dá o tom exato de como é viver na parte seleta da Cidade do Cabo,mas no seu "interior",longe da orla marítima.








Não gostei do sistema de sinalização da Cidade do Cabo (idêntico ao de São Paulo, segundo me disseram). O sinal verde para o pedestre dura entre três e cinco segundos, depois começa a piscar o vermelho, e depois fica o vermelho estável para pedestres e veículos por uns trinta segundos. É inseguro e estimula insensatez da parte de ambos.




 Em outro dia fui ao pub Dubliner, o que foi engraçado em um aspecto.





É no mínimo paradoxal, também, que o restaurante onívoro mais exótico da Cidade do Cabo tenha opções vegetarianas, mas, vá lá, menos mal.


quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Shopping Canal Walk


O shopping Canal Walk é o maior da Cidade do Cabo, com mais de quatrocentas lojas, mas fica em uma região afastada. Do centro até lá por duas linhas de ônibus e mais uma boa caminhada leva-se mais de hora. Preferimos ir de Uber, a nossa primeira vez na vida que tomamos os serviços desta empresa. Utilizei o aplicativo, em português mesmo, e senti alguma dificuldade em identificar o carro e o motorista, nem sempre eles paravam em frente ao prédio ou no local que solicitamos. Uber na Cidade do Cabo é mais barato do que no Brasil, a corrida mínima é de 20 zar (pouco mais de cinco reais). A corrida até o shopping ficou em 109 zar e eu paguei 120 zar (sempre dei gorjetas). Pegamos uber umas doze vezes, e as conversas seguiram este padrão, quase todas as vezes: motorista do Zimbábue, pergunta se o Brasil estava no verão ou no inverno, espanto pelo fato de nunca termos ido à África, Neymar, não sabem quem é Lula, e pergunta se iríamos em seguida à Moçambique.


Chegamos no Canal Walk pouco depois de sua abertura (todos os dias entre 9 e 21 horas), por volta das dez horas de uma segunda-feira, fazendo dez graus centígrados, mas bem agradável, sem vento ou umidade. Não havia quase ninguém lá. Eu gostei bastante da praça de alimentação, o cinema com dezessete salas, achei interessante ter galerias com lojas artesanais e os ótimos supermercados.








O preço padrão dos ingressos é alto (R75 e R95 para adultos em filmes 2D e 3D, respectivamente), mas há diversas opções de pacotes com descontos. Claro está que somente passa block busters, assim como no resto dos shoppings do mundo.






O melhor câmbio oficial que encontrei foi no Canal Walk.











Eu tinha a impressão que este shopping é muito periférico, mas parece que as redondezas têm qualidade de vida.






Adorei a pizza marguerita do Debonairs (R24, 19 cm). Comemos lá várias vezes. Você recebe um disquinho eletrônico que dispara uma sirene luminosa quando a pizza fica pronta.



terça-feira, 8 de agosto de 2017

Dinheiro e câmbio na África do Sul

Moedas sul-africanas: 5, 2 e 1 zar (Zuid-Afrikaanse Rand) e 50, 20 e 10 cents.

A moeda sul-africana é o "Rand" (rande) cujo símbolo é R ou zar. Há notas de 200 (nunca vi), de 100 (a mais comum), 50, 20 e 10 randes, todas com o rosto de Nelson Mandela e os "big five", os animais característicos do país: leão, rinoceronte, búfalo, elefante e leopardo. Há preços em centavos,mas como não há moedas de um,dois ou centavos, os centavos são arredondados para baixo nas compras, ao total.

Sobre câmbio, algumas dicas e opiniões:

a) Não vale a pena comprar rands no Brasil, eu cheguei a fazê-lo por insegurança, mas não o faria mais. O rand saiu a R$0,28 quando o comercial estava a R$0,25. Um real valeu apenas R3,50 - a pior cotação que obtive.
b) É possível e não é desvantajoso trocar reais por lá, a despeito da opinião quase absoluta em sentido contrário.
c) A maioria leva dólares e os troca no câmbio negro, mas esta é uma prática ilegal, não recomendo.
d) Comprar no cartão de crédito não foi de todo ruim, no meu caso. O real chegou a valer 3,80 zar.
e) A melhor quotação oficial em casa de câmbio que obtive foi no shopping Canal Walk. A pior no aeroporto, óbvio.
f) Sair com 400 ou 500 zar na carteira é um tanto estranho, mas o dinheiro desaparece em um dia. Se for fazer compras como tênis, roupas, camisas, terá que levar uns 2000 rands, isto gera certa insegurança, muitas cédulas na carteira.